Antes dos ataques, contratos na B3 indicavam cerca de 80% de probabilidade de corte de 50 pontos-base. Agora, analistas veem maior cautela diante do risco de alta nos fretes, nos preços agrícolas e na inflação.
Cenário ficou mais incerto, diz especialista. Flavio Serrano, economista-chefe do BMG, explica que "com o IPCA-15, as apostas já haviam mudado. Agora, com a crise no Oriente Médio, estão praticamente divididas".
Próxima reunião do Copom está marcada para os dias 17 e 18 de março. Serrano mantém a expectativa de corte de 50 pontos-base, mas reconhece que, se o cenário piorar, o Banco Central pode optar por uma redução menor.
Dólar e incerteza
Tendência de alta do dólar é outro fator de pressão inflacionária. A moeda americana fechou ontem a R$ 5,26 e pode chegar a R$ 5,50 nos próximos dias, acredita Lucas Dezordi, economista e professor da PUCPR. Câmbio mais elevado encarece importações e reforça a pressão sobre preços.
Apesar do aumento das incertezas, corte de 50 pontos-base ainda não deve ser adiado, diz Dezordi. Já o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, afirmou que o conflito não deve ter efeito imediato sobre a política monetária, mas admitiu que um repasse mais intenso aos preços pode antecipar o fim do ciclo de cortes.

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