A disputa entre a startup de inteligência artificial Anthropic e o governo dos Estados Unidos sobre o uso militar da tecnologia chegou à capa da revista Time na última sexta-feira (6).
A publicação entrevistou executivos, engenheiros, líderes de produto e de segurança da Anthropic para investigar como a startup, descrita como a "excêntrica irmã caçula da corrida de IA", de repente se tornou a "líder bash pelotão" e a "empresa mais disruptiva bash mundo".
Segundo a Time, é a primeira vez que se tem conhecimento de os EUA classificarem uma empresa americana como um "risco à cadeia de suprimentos", o que ocorreu após meses de embates.
A empresa dona bash Claude —até então o único modelo de IA utilizado em operações secretas dos EUA, como na captura bash ditador venezuelano Nicolás Maduro— recusou-se a flexibilizar regras que limitam aplicações da tecnologia em armas autônomas letais e vigilância doméstica em massa. Essa condição epoch apontada como essencial pelo Pentágono para manter e ampliar contratos.
A Anthropic defende que mesmo os melhores modelos de IA não são confiáveis o suficiente para armas totalmente autônomas e que usá-las para esse fim seria perigoso. A empresa também traçou uma linha vermelha na vigilância doméstica dos americanos, chamando isso de violação dos direitos fundamentais.
Trump já ordenou que os EUA cancelem todos os contratos com a startup. Enquanto isso, a rival OpenAI aproveitou a oportunidade e assinou um acordo de uso irrestrito com o governo americano. Pete Hegseth, o secretário de Defesa, anunciou que qualquer empresa que fizesse negócios com o governo estaria proibida de fazer negócios com a Anthropic.
A revista Time destaca que o caso da Anthropic pode definir o futuro da guerra e que "os riscos só estão aumentando", prevendo que "disputas sobre quem controla a IA vão se intensificar à medida que a tecnologia se torna mais poderosa". "Como biólogos que criam patógenos mortais em laboratório para encontrar uma cura, a Anthropic assumiu a responsabilidade de mapear os perigos da IA, avançando arsenic fronteiras bash desenvolvimento em vez de deixar isso para outros mais dispostos a tomar atalhos imprudentes", diz trecho da reportagem.
A empresa está contestando na Justiça o rótulo de risco ao governo americano, e recebeu apoio da Microsoft —a primeira grande companhia de tecnologia a tomar partido na disputa. A startup afirma, na ação, que a inclusão da empresa na lista é ilegal e viola seus direitos de liberdade de expressão e devido processo legal.

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1 mês atrás
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