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Dólar abre em queda após decisões de juros pelos BCs no Brasil e EUA

Devemos ver como reação a Bolsa subindo, com dólar perdendo força e a curva de juros fechando, já que o Copom deixou bem explícito que deve reduzir os juros na próxima reunião. Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos

Fed também optou por cautela. O presidente do Fed (Federal Reserve), o Banco do país em ritmo sólido ano passado e iniciou 2026 com uma "base firme", após o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) anunciar a manutenção da taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.

Acredito que os próximos meses de fato vão ser de muita cautela. Acredito que um corte de juros pelo Fed deve vir nos segundo semestre, com uma redução total no ano de 0,75%, dividido em duas reuniões, de 0,25% e outro de 0,50%. Nicolas Gass, chefe de alocação de investimentos e sócio da GT Capital

Em nosso cenário-base, o Fed deve manter o juro no atual patamar na reunião de março, adotando uma postura conservadora, fim de observar a evolução dos próximos dados econômicos. Para 2026, projetamos que a taxa básica de juros encerre o ano em torno de 3,0% ao ano. Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research

Cenário externo pressional petróleo. Os preços futuros do barril atingem o valor em quatro meses. A alta e motivada pelas preocupações crescentes com o impacto potencial de um possível ataque dos Estados Unidos ao Irã. Por volta das 9h (horário de Brasília), o petróleo tipo Brent, negociado em Londres para entrega em março, subia 2,2%, para US$ 68,88, após bater , enquanto o WTI para fevereiro, negociado na Nymex (New York Mercantile Exchange), variava mais 2,4%, para US$ 64,74 o barril.

Ouro sobe, renova recordes e supera patamar de US$ 5.300. Os contratos futuros de ouro voltam a operar com alta forte após respiro ontem. Por volta das 9h, segundo informação da ICE International Exchange, o contrato para 100 onças troy (31,1 gramas) para abril subia 4%, a US$ 5.556. O metal praticamente dobrou de preço em 12 meses, pressionado por demanda alimentada pela busca por ativos considerados mais seguros, em meio às tensões geopolíticas provocadas pela política externa agressiva do atual governo estadunidense.

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