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Dólar cai a R$ 4,99 e Bolsa abre em alta após corte de juros no Brasil

Mercado repercute corte de juros no Brasil. O Banco Central reduziu a taxa básica Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,75% ao ano para 14,50%, conforme expectativa predominante entre agentes econômicos.

Comunicado do Banco Central colocou em dúvida novas reduções de juros. Para profissionais do mercado financeiro, o Copom (Comitê de Política Monetária) se mostrou mais preocupado com os riscos de inflação provocados pela guerra no Oriente Médio. Por isso, alguns analistas passaram a rever projeções para a trajetória de queda da taxa básica Selic.

O comunicado traz um tom mais negativo ao destacar os riscos inflacionários, com o petróleo pressionando preços em função do conflito, ainda que esse seja visto como um ajuste pontual. Helena Veronese, economista-chefe da B.Side Investimentos

Na nossa visão, o comunicado veio mais hawkish do que o esperado, o que nos leva, preliminarmente, a revisar a expectativa da reunião de junho de redução de 0,50 p.p. para uma de 0,25 p.p. e, possivelmente, devemos revisar para cima a taxa Selic terminal de 2026. Felipe Oliveira, economista da Mag Investimentos

Dado o atual cenário e o nível elevado de incerteza, incluindo impactos do conflito no Oriente Médio e política fiscal expansionista, nosso cenário-base projeta Selic em 13,25% ao ano ao final do ciclo. Entretanto, se os dados continuarem piorando entre essa e a próxima reunião, muito provavelmente o BC irá parar de reduzir a taxa de juros já na próxima reunião. José Márcio Camargo, economista-chefe da Genial Investimentos

Vamos revisar nossa trajetória de juros. Atualmente, temos Selic de 13% para o fim de 2026, mas dado o nosso cenário macro de atividade mais forte e desinflação mais complexa, avaliamos que o risco de pausa do ciclo em junho é relevante. Natalie Victal, economista-chefe da SulAmérica Investimentos

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