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Dólar cai a R$ 5,379 e Bolsa supera 163 mil pontos com petróleo no radar

Ações da Petrobras voltam a cair. A petroleira brasileira, que recuou na segunda-feira, tinha uma sessão de recuperação hoje na parte da manhã, mas virou à tarde. Perto das 17h, as ações PN (preferenciais, com prefência nos dividendos) caiam 1,59%, a R$ 29,72, enquanto as ações ON (ordinárias, com direito a voto) tinham baixa de 1,95%, a R$ 31,14.

Desempenho negativo da Petrobras começou após interrupção de trabalhos na Foz do Amazonas. A empresa disse que identificou perda de fluido em duas linhas auxiliares que conectam a sonda de perfuração ao poço Morpho, localizado a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá. Além desse evento, analistas avaliam como a petroleira brasileira pode ser impactada no curto e longo prazos pelas mudanças na indústria petrolífera venezuelana.

Petroleiras americanas seguem no foco dos investidores na Bolsa. Após alta na véspera, as petroleiras americanas caíam por volta das 17h de hoje: Chevron recuava 4,52% no pregão de Nova York, a US$ 156,41, enquanto Exxon Mobil caia 3%, a US$ 121,58.

Mercado segue monitorando Venezuela. A posse da vice presidente Delcy Rodríquez reduziu em parte incertezas sobre como será conduzida a política econômica venezuelana, em especial com relação à indústria petrolífera, segundo analistas.

Promessa do presidente americano Donald Trump de abrir setor do petróleo ao capital internacional pode impactar mercados de commodities. A retomada dos níveis de produção venezuelana de petróleo tem potencial para elevar a oferta internacional, reduzir os preços do barril, com repercussões sobre o dólar e sobre a inflação global, apontam analistas.

Mercado de petróleo perde fôlego após alta. Após abrir em alta, mantendo a tendência da véspera, os contratos futuros nos mercados de derivativos passaram a recuar. Por volta das 17h (horário de Brasília), o petróleo WTI para fevereiro, negociado na Nymex (New York Mercantile Exchange), cedia 1,36%, para US$ 56,96 o barril. Já o Brent para março tinha baixa de 2,02%, para US$ 60,51 o barril.

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