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Dólar cai e Bolsa sobe com petróleo, prévia do PIB e juros no radar

Ataques do Irã ofuscam liberação recorde de petróleo no mundo. A liberação recorde de 400 milhões de barris de petróleo por 32 países falhou em conter os preços globais após novos ataques do Irã no Estreito de Hormuz.

Petróleo sobe mais de 40% desde início do conflito. O barril do Brent, referência internacional, passou a operar de forma mais firma acima dos US$ 100 nas últimas sessões. Nesta segunda-feira, já chegou a ser negociado perto de US$ 106, após relatos de novos ataques do Irã na região do Golfo. Por volta das 9h, o barril era cotado a R$ 103,35, alta de 0,22%.

Bolsas abrem semana pressionadas por aversão a risco. Na Ásia, os índices fecharam sem direção única. De um lado, os desdobramentos da guerra no Oriente Médio reduzem as ordens de compra, enquanto dados econômicos chineses divulgados vieram melhores do que o esperado. O índice japonês Nikkei caiu 0,13% em Tóquio, o Taiex recuou 0,17% em Taiwan, mas o sul-coreano Kospi avançou 1,14% em Seul, o Hang Seng ganhou 1,45% em Hong Kong, a 25.834,02 pontos.

Bolsas europeias operam em baixa. Após abertura positiva, os índices europeus perderam força. Por volta das 6h20 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 caía 0,14%.

Ibovespa recuou para menor pontuação em quase dois meses. O principal índice de ações da Bolsa do Brasil B3 fechou a sexta-feira em queda de 0,91%, a 177.653 pontos, menor patamar desde 22 de janeiro.

Mercados aguardam decisões de juros no Brasil e Estados Unidos. Na quarta-feira, os bancos centrais americano e brasileiro anunciam as taxas de referências das duas economias. Para o Fed (Federal Reserve), banco central dos Estados Unidos, a expectativa predominante é de manutenção da taxa na atual faixa entre 3,5% e 3,75%.

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