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Dólar cai e fecha a R$ 5,36; Bolsa caminha para bater novo recorde

Já a Bolsa de Valores mantém-se em alta após pico histórico. Faltando uma hora e meia para o fechamento da sessão, o Ibovespa subia 0,32%, aos 165.681 pontos. Se mantido esse patamar, o indicador renovará seu recorde histórico, batido ontem, quando superou a marca dos 165 mil pontos pela primeira vez. Hoje, o índice é puxado pelo desempenho de Magalu, Vamos e Bradesco.

A Bolsa monitora indicadores de atividade econômica no Brasil. A Pesquisa Mensal de Comércio divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostrou que o volume de vendas do comércio varejista cresceu 1% em novembro frente a outubro, acumulando 1,5% nos últimos 12 meses.

A economia brasileira perdeu fôlego na segunda metade de 2025, em linha com a política monetária contracionista. Com protagonismo, o mercado de trabalho permanece robusto, com a taxa de desemprego nas mínimas históricas e a renda real em trajetória ascendente.
Rodolfo Margato, economista da XP

Cotação do petróleo cai fortemente após declarações de Donald Trump. Segundo analistas, os preços do barril passaram a operar com variação negativa firme após o presidente estadunidense afirmar que "o massacre no Irã cessou" e minimizar a possibilidade de uma intervenção militar americana. No mercado internacional, o preço do barril de tipo Brent, negociado em Londres para entrega em março, desabava 4,34%, para US$ 63,64, por volta das 17h, enquanto o petróleo WTI para fevereiro, negociado na Nymex (New York Mercantile Exchange), recuava 4,77%, para US$ 59,06 o barril.

Cotação do ouro se estabiliza. Ativo procurado em momentos de tensões econômicas e políticas, o contrato do metal interrompeu a escalada de preço, embora siga ao redor de patamares recordes. Por volta das 17h, o contrato com vencimento em fevereiro valia US$ 4.617 por onça (28,35 gramas), variação negativa de 0,40%.

Com a percepção reduzida de risco de uma ação militar americana contra o Irã, a busca por ativos de risco volta ao mercado. Apesar disso, segue no radar as tensões provocadas pelas tarifações pelo presidente americano, que podem refletir no agronegócio brasileiro, além da sobretaxa de 25% anunciada por Trump.
Marcio Riauba, head da Mesa de Operações da StoneX

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