Fluxo de recursos favorece dólar. A alta do petróleo e a escalada da guerra no Oriente Médio levam agentes econômicos no mundo a buscarem abrigo em moedas fortes, como dólar, euro e franco suíço, reduzindo a busca por moedas de países emergentes.
Juros elevados no Brasil, a segunda maior taxa real do mundo, entretanto, seguem atraindo recursos de aplicadores. Segundo analistas, além disso, o fato de ser um dos maiores produtores de petróleo do mundo também coloca o país em posição privilegiada nesse cenário de incertezas. Tanto que o fluxo cambial está positivo em US$ 5,9 bilhões em 2026 até o dia 13 de março, segundo dados do Banco Central. Para a Bolsa, o saldo de investimento estrangeiro em 2026 está positivo em cerca de R$ 43 bilhões, sendo R$ 4 bilhões disso apurado depois que a guerra começou.
Cotação do petróleo interrompe alta nesta sexta-feira, mas segue perto de US$ 110. O contrato do barril negociado na Intercontinental Exchange (ICE Futures Europe), em Londres, recua 0,4% a US$ 108,21 por volta das 10h.
Petróleo ainda acumula alta de 6% na semana e de 55% no mês. Ontem, o barril do petróleo Brent chegou a bater US$ 119 durante o dia antes de perder força no fechamento. As oscilações ocorreram depois que o Irã atacou instalações de energia de países vizinhos nos últimos dias. Aliados dos Estados Unidos prometeram adotar medidas para garantir a passagem segura de navios e aumentar a produção de petróleo.
Apesar desse alívio parcial hoje, o cenário permanece marcado por elevada incerteza, tanto no front geopolítico quanto na condução da política monetária, o que tende a manter os mercados voláteis no curto prazo. Diante desse contexto, mostra-se mais prudente a adoção de uma postura defensiva por parte dos investidores, com preferência por ativos de menor risco e maior liquidez, até que haja maior previsibilidade quanto à evolução do ambiente macroeconômico e geopolítico. Rafael Pastorello, gestor de carteira do Banco Sofisa
Banco Central chinês acompanha cautela global e não reduz juros. O banco central chinês (PBoC) decidiu manter suas principais taxas de juros inalteradas. O movimento acompanhou o que fizeram outros grandes bancos centrais nesta semana, incluindo o Fed (Federal Reserve), dos Estados Unidos, o BCE (Banco Central Europeu), o BoE (Banco da Inglaterra) e o BoJ (Banco do Japão). Todos adotaram postura conservadora, mantendo os juros estáveis, por causa do risco no radar de que haja contaminação da inflação pela alta do petróleo provocada pela guerra.

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