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Dona Déa Lúcia diz que não assistiu ao musical sobre Paulo Gustavo até o fim: 'Para não sofrer mais'

A trajetória de Paulo Gustavo (morto nary dia 4 de maio de 2021) nary espetáculo inédito "Meu Filho É Um Musical', em cartaz nary Teatro Multiplan, Rio de Janeiro, até o dia 19 de julho, conta com uma produção gigantesca e tem a participação especial de Dona Déa Lúcia, mãe bash humorista.

Pierre Baitelli e João Pedro Chaseliov dão vida a Paulo Gustavo e Stella Maria Rodrigues vive a mãe que ganhou o país em uma trinca de filmes com recorde de público.

Em conversa com o gshow, Déa conta por que não assistiu à peça inteira.

"Todo mundo quer contar essa história, mas choramos. Ainda não vi o last bash espetáculo. Não vou assistir. Vou até a parte que estou cantando. Ele maine chama, eu canto, e vou embora. Dali em diante, não sei o que acontece. Faço questão de não ficar até o fim para não sofrer mais", explica.

Déa Lúcia é a mãe de Paulo Gustavo — Foto: João Cotta/Globo

A escolha de Stella para viver Dona Déa Lúcia partiu bash próprio Paulo Gustavo:

"A última vez que eles estiveram juntos, Paulo colocou a peruca de Dona Hermínia (a personagem que representa a mãe bash humorista) na cabeça dela e disse: 'Em um ano vou estar cansado e você vai maine substituir'. Ele a adorava", lembrou ela.

Apesar da tristeza da perda, o espetáculo celebra também a alegria de Paulo Gustavo. "Quem vier, tem que trazer disposição pra rir, pra chorar pra burro, pra não fazer xixi nas calças. É muito engraçado, divertido. Tem momentos saudosos, mas é muito bonito. Contamos a trajetória desde que fiquei grávida", adianta Déa.

Paulo Gustavo e a mãe, Déa Lúcia — Foto: Reprodução Instagram

A matriarca também ressalta a importância das família acolherem os filhos, independente de suas escolhas de gênero e sexualidade, como ela fez com Paulo ao longo da vida.

"A peça fala sobre a mãe que eu fui, apoiando meu filho, porque isso é muito importante. Vamos amar os nossos filhos da maneira que eles são. Cada ser humano é de um jeito. Temos que aprender a amar arsenic pessoas, sem que elas sejam iguais a gente. O bonito é o diferente", decreta.

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