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Dono da Palantir, Peter Thiel cria raízes na Argentina libertária de Milei

Thiel pagou 5.000 pesos pela inscrição —cerca de R$ 17— e ficou em terceiro na disputa. "Ele é muito bom, tem um excelente nível", disse à reportagem Misael Álvarez, professor da escolinha do clube, que terminou em quarto.

Ayer por la tarde el ya residente porteño Peter Thiel participó de un torneo de ajedrez en Torre Blanca (Almagro) Pagó la inscripción de $3.000. Salió tercero. Acompañado por dos personas de custodia, llegó temprano y se quedó hasta el final a la entrega de premios donde... pic.twitter.com/5Xziv1YoAT

-- Valeria Di Croce (@dicroceval) May 17, 2026

Para ele, o jogo é mais do que passatempo: é metáfora de sua visão de mundo. Thiel pensa em lances, não em jogadas isoladas. Calcula posições, antecipa reações, converte informação em vantagem.

O xadrez é a gramática com que ele lê os negócios —e, cada vez mais, a política. E seu próximo lance está na Argentina de Javier Milei, o presidente libertário que atraiu a simpatia daqueles que pregam pela mínima intervenção e regulação do Estado e enxergam no país, cada vez mais, um oásis libertário.

O UOL conversou com um participante de reuniões privadas do magnata no país com líderes do governo para entender por que Thiel saiu do Vale do Silício no meio do segundo governo Trump para viver na terra do presidente ultraliberal Javier Milei.

Entre promessas ultralibertárias do governo e vastos territórios com potencial de investimento —seja em tecnologia, seja para criar novos refúgios para um empresário afeito a planos futuristas—, Thiel estuda o país em meio a um descontentamento com a política e os rumos dos EUA.

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