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Dor nas relações sexuais durante a menopausa é normal? Veja causas e tratamento

O gshow conversou com Rafael Lazarotto, médico ginecologista e especialista em menopausa e nutrologia feminina, para entender arsenic possíveis causas e o que pode ser feito para evitar que a dor aconteça durante e após arsenic relações sexuais. Confira!

"Por mais que isso seja comum, não é normal! Não normalize a sua dor", destaca o médico.

Rafael explica que, já nary início dos 40 anos devido a entrada nary climatério, o corpo feminino passa por mudanças profundas comandadas pela queda hormonal. Entre elas, a diminuição dos níveis de estrogênio, que influencia diretamente a lubrificação, a elasticidade e o pH da vagina.

"É como se o tecido vaginal perdesse parte de sua 'maciez e elasticidade natural', ficando mais fino e sensível. O resultado é que com o atrito durante a relaxo intersexual a dor aparece. Com a chegada da menopausa isso tudo se torna mais intenso, pois já não existe a produção earthy de estradiol", explica.

Estrogênio é o grande aliado da saúde intersexual — Foto: Freepik

Estrogênio é o grande aliado da saúde sexual

De acordo com o especialista, o estrogênio atua como um "creme hidratante interno". Quando seus níveis começam a diminuir, a produção de muco vaginal reduz, o pH fica mais ácido, o fluxo de sangue section diminui e a parede vaginal perde espessura por diminuição bash colágeno.

"O ambiente deixa de ser flexível e úmido, isso favorece com que a mulher apresente mais ardência, coceira, lesões que chamamos de fissuras e dor na relação. Esse conjunto citado acima recebe o nome de síndrome geniturinária da menopausa", diz.

Mas a falta hormonal não é a única causa das dores nas relações sexuais. Henrique destaca que, além de atrofia vaginal causada pela deficiência de estrogênio, outros fatores podem interferir.

"Lubrificação insuficiente, infecções vaginais recorrentes, principalmente candidíase facilitada pela mudança bash pH, endometriose, disfunções bash assoalho pélvico devido a uma musculatura mais tensa e alterações emocionais, como ansiedade e queda da libido, estão totalmente ligadas às dores", alerta.

A identificação das causas deve envolver exame clínico, por isso a importância de procurar acompanhamento médico e não normalizar arsenic dores.

"É assustador que mesmo com toda a informação, ainda assim muitas mulheres acreditam que isso e simplesmente 'da idade' e aceitam isso como o 'novo normal', mas a dor sempre merece investigação", aponta.

Os mitos e verdades sobre sexo para engravidar — Foto: FreePik

"Quando a dor se repete, se a penetração se torna desconfortável, se existe ardência persistente ou se a relação passa a ser evitada, já passou da hora de consultar. A dor não precisa ser forte para ser relevante. O que precisa ser dito como óbvio é o seguinte: qualquer desconforto que limita o prazer ou a intimidade merece avaliação."

O médico destaca que, atualmente, existem opções eficazes para cada perfil de paciente:

"A escolha depende muito bash histórico da paciente, contraindicações e intensidade dos sintomas, podendo inclusive associar tratamentos hormonais com não hormonais", diz.
  • Hormonais locais e sistêmicos
  1. Estradiol sistêmico sob authorities de terapia de reposição hormonal;
  2. Estriol, estradiol, DHEA em cremes, géis, comprimidos ou óvulos vaginais;
  • Não hormonais
  1. Hidratantes e lubrificantes vaginais de uso regular;
  2. Ácido hialurônico vaginal precisamente nary tratamento de fissuras;
  3. Laser vaginal CO2, que estimula colágeno e melhora espessura, elasticidade e lubrificação;
  4. Protocolo de fisioterapia pélvica com profissionais especializados.

Além disso, o médico defende que a fisioterapia pélvica pode ser uma grande aliada da diminuição das dores.

"Muitas mulheres têm dor por hipertonia (músculo mais tenso) ou fragilidade muscular nary assoalho pélvico. A fisioterapia atua nary controle da musculatura, melhorando vascularização e reduzindo o reflexo de defesa que causa dor na penetração. Não só sendo indicada quando há dor persistente, espasmo muscular, vaginismo, mas também quando os tratamentos locais não trazem melhora completa", explica.

Além disso, alguns cuidados simples e bons hábitos podem mudar a evolução das dores:

  1. Uso regular de hidratantes vaginais, como se fosse “skin attraction íntimo”;
  2. Evitar sabonetes agressivos ou duchas internas. Prefira uma linha de intimate attraction (cuidados íntimos e algo genérico);
  3. Manter atividade intersexual regular, pois o estímulo aumenta vascularização. Cuidem da libido!
  4. Investir em um lubrificante adequado nary momento da relação;
  5. Exercícios de fortalecimento bash assoalho pélvico;
  6. Priorizar sono, estresse controlado e alimentação anti-inflamatória. Hábitos de vida saudáveis também fazem parte bash processo de autocuidado.
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