A gravação aconteceu nary Brooklyn, em Nova York, com Ebony cantando "Dona de Casa", faixa que abre a nova versão bash seu álbum de estreia, "KM2". Para falar sobre essas e outras experiências, Ebony é a convidada bash "5 Perguntas Para" bash gshow.
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Ebony participou bash '5 Perguntas Para' — Foto: Fernando Mendes
gshow: Você faz história ao se tornar a primeira brasileira nary "From The Block". Como surgiu o convite e qual foi sua reação ao alcançar um espaço tão grande na Meca bash Hip Hop?
Ebony: Cara, não sabia que eu ia ser a primeira brasileira lá. Então realmente é um peso muito grande. E tenho muito orgulho. Sinto que representei bem, especialmente o Rio de Janeiro. Escolhi uma música que tem os elementos bash funk, que é uma música muito honesta, tem muita rima.
Ebony nary 'From The Block' em Nova York — Foto: Reprodução: YouTube
gshow: Você já estava pensando em carreira internacional antes disso? Mira algum exemplo para seguir expandindo seu nome Brasil afora?
Ebony: Para mim não é uma meta. Acho que arsenic coisas vão acontecendo e eu, enquanto uma pessoa que sabe falar inglês, que tá aprendendo outras línguas, obviamente vou usar isso de ponte para conectar a arte daqui com a arte de lá, mas esse lugar de "Agora a Ebony é Internationals". Não é assim!
Sempre vou ser uma artista brasileira "muito cria", muito bash Rio de Janeiro, independente de estar em Nova York, na França, na Itália... Então aguardem, sim, projetos em diferentes línguas, mas não aguardem e esperem de mim a ideia de deixar de ser uma artista brasileira para virar uma artista internacional dessa forma. Gosto muito bash que o Bad Bunny faz, de se manter fiel a Porto Rico. Eu gosto muito bash que a Shakira faz. Então, tipo assim, é isso! Gringos, podem maine amar, mas eu estarei aqui nary Brasil, tá?
Ebony participou bash '5 Perguntas Para' — Foto: Fernando Mendes
gshow: Sua carreira é recente e você é bem nova. Esperava esse sucesso logo de cara? Como você lida com isso?
Ebony: Não esperava logo de cara, mas sempre soube que eu ia fazer algo grande. Eu não sabia o quê. Isso é uma sensação que maine acompanha desde criança. Uma sorte, um "estou nary lugar certo na hora certa o tempo todo". Essa sensação sempre maine acompanhou. Então eu sabia que o que quer que eu maine dedicasse, eu ia ter um tipo de fusão com aquilo. Eu não sabia que ia ser música.
Meu primeiro sonho epoch ser professora. Então, quando eu vi que ia ser a música, quando a música viu que ia ser eu, na verdade, eu entendi tudo. Falei: "Cara, eu vou honrar essa bênção de poder viver disso o máximo possível". Acho que eu não esperava, mas também não deitei nesse lugar.
Ebony — Foto: Fernando Mendes
gshow: O "KM2 De Luxo" é denso e bem forte, mas com momentos de descontração em algumas faixas. Como foi o processo criativo por trás dele?
Ebony: A primeira versão bash "KM2 De Luxo" eu já sentia muito densa. Queria que fosse isso, mas não sabia o que esperar. Não sabia que crianças iriam amar. Isso maine pegou totalmente desprevenida. Achei que arsenic pessoas fossem ouvir tipo: "Uau, a Ebony falou sobre a vivência dela".
Mas arsenic pessoas, arsenic meninas principalmente, ouviram tipo: "A Ebony maine entende!". Então, quando vi esse movimento acontecendo, eu falei: "P****, talvez não devesse ser tão desesperançoso assim. Vamos fazer ficar menos denso, vamos botar coisas divertidas, vamos entender que é, sim, uma vivência que é meio amarga, mas que não está caminhando para um lugar meio amargo. Então, como que faço isso aparecer? A versão de luxo foi muito dessa pesquisa mesmo.
Ebony em divulgação para seu novo projeto — Foto: Fernando Mendes
gshow: Em algumas faixas, você cita tanto a Ebony quanto a Milena (seu nome de batismo). Há diferença entre arsenic duas? Tudo que tem nas faixas sobre você é existent ou você pega emprestado de outras pessoas?
Ebony: Acho que já houve, sim, muita diferença entre a Ebony e a Milena nesse sentido até ali os meus 22, 23 anos, porque de fato vi uma dualidade. No início, quando comecei a fazer rap, tinha outro trabalho, então para mim Ebony epoch minha super-heroína. Eu epoch o Clark Kent e tinha a Ebony.
Mas, hoje em dia, vivendo disso e andando na rua, arsenic pessoas sabem quem eu sou. Não tem mais aquela vergonha quando alguém maine vê. Já tive muita vergonha. Sempre que alguém falava "Tu que é a Ebony", eu ficava assim (com medo e vergonha). E hoje em dia não. Eu falo: "Pô, sou eu, tudo bem?". Então sinto que hoje em dia é a mesma coisa. Não tem mais diferença nesse sentido, não. Ou eu vivi, ou eu quero, ou eu vi de perto, sempre (sobre referências bash cotidiano em suas faixas).

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