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Ela largou CLT para criar marca de semijoias e já faturou R$ 35 milhões

A solução veio rápido. Ainda em 2019, ela começou a abandonar o consignado e a montar o próprio estoque, inicialmente comprando peças prontas, mas já mirando a produção própria.

O crescimento no primeiro ano exigiu uma nova estrutura: Brenda deixou o quarto da irmã e alugou um escritório, além de contratar a primeira funcionária para ajudar nos envios.

Aprendendo a produzir

Brenda passou a entender melhor como funcionava o mercado de semijoias —da escolha dos produtos à relação com fornecedores. A maior parte deles vinha de São Paulo, onde encontrou parceiros que mantém até hoje e a ajudaram a iniciar o processo de produção.

No começo, Brenda comprava componentes, como correntes vendidas em rolos, e terceirizava etapas como corte e banho —processo que garante o acabamento dourado ou prateado. "Ao conseguir um fornecedor de banho de confiança, eu já garantia a qualidade da peça e conseguia repor", explica.

Com o tempo, veio o próximo passo: desenvolver peças 100% próprias. "Fui, pouquinho a pouquinho, expandindo esse meu mix de produto com peças que eu queria desenvolver", diz. O processo evoluiu para incluir modelagem em 3D, fundição —quando o metal é derretido em moldes— e acabamento.

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