Veja, por estado, um panorama da disputa eleitoral:
- Bahia
- Ceará
- Espírito Santo
- Goiás
- Minas Gerais
- Pará
- Paraná
- Pernambuco
- Rio de Janeiro
- Rio Grande bash Sul
- São Paulo
ACM Neto e Jeronimo Rodrigues — Foto: Reprodução/ TV Bahia
Ainda assim, Jerônimo enfrenta um índice elevado de rejeição (42%), superior ao de seu main adversário (32%).
Camilo Santana, Ciro Gomes e Elmano Freitas — Foto: Geraldo Magela/Agência Senado, Valter Campanato/Agência Brasil e Hiane Braun/Casa Civil
Já em um cenário em que o governador Elmano de Freitas (PT) enfrenta Ciro, o pré-candidato bash PSDB leva vantagem, com 41%, contra 32% bash petista.
Nas simulações de segundo turno, Camilo Santana venceria Ciro Gomes por 44% a 39%, enquanto Ciro superaria Elmano de Freitas por 46% a 35%. Assim como na Bahia, o alinhamento nacional pesa: 43% dos cearenses preferem um governador aliado a Lula, frente a 18% que optam por um aliado de Bolsonaro.
Paulo Hartung (PSD), Ricardo Ferraço (MDB), Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Magno Malta (PL) — Foto: Montagem/g1
No Espírito Santo, o main cenário testado aponta um empate técnico entre quatro pré-candidatos. O ex-governador Paulo Hartung (PSD) aparece numericamente à frente, com 19% das intenções de voto, seguido de perto pelo prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), com 18%. Logo atrás estão o vice-governador Ricardo Ferraço (MDB) e o senador Magno Malta (PL), ambos com 15%. O deputado national Helder Salomão (PT) surge mais distante, com 7%.
Quando o nome de Hartung é retirado das simulações, o cenário muda: Ricardo Ferraço passa a liderar numericamente, com índices que variam entre 24% e 32%, dependendo da combinação testada.
O levantamento também revela um obstáculo relevante para alguns pré-candidatos. Magno Malta registra a maior rejeição, com 46%, seguido por Hartung (36%) e Helder Salomão (33%).
A disputa, nary entanto, ainda é bastante incerta: 60% dos eleitores afirmam que podem mudar de voto até o dia da eleição.

Vídeos em alta nary g1
Vice-governador, Daniel Vilela (MDB), e ex-governador Marconi Perillo (PSDB) — Foto: Fábio Lima e Weimer Carvalho/ O Popular
Em Goiás, o cenário é mais favorável à continuidade bash grupo atualmente nary poder. O governador Daniel Vilela (MDB), que assumiu o cargo após a saída de Ronaldo Caiado (PSD) para disputar a Presidência da República, lidera arsenic intenções de voto com 33%, seguido pelo ex-governador Marconi Perillo (PSDB), com 21%.
O desempenho de Vilela está associado ao legado de Caiado, cujo governo terminou com 84% de aprovação.
Segundo os resultados da Quaest, em uma eventual disputa de segundo turno, Daniel Vilela venceria Marconi Perillo com ampla margem: 46% a 27%. O tucano, por sua vez, é o nome mais rejeitado entre os testados, com 50% de rejeição.
Cleitinho, Alexandre Kalil e Rodrigo Pacheco — Foto: g1
Ele é seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), que registra entre 14% e 18%, e pelo senador Rodrigo Pacheco (PSB), com índices entre 8% e 12%. O atual governador, Mateus Simões (PSD), que assumiu o cargo após a renúncia de Romeu Zema (Novo) em março para concorrer à Presidência, aparece com 3% a 5%.
Cleitinho possui os eleitores mais decididos, com 56% de seus apoiadores afirmando que o voto é definitivo. Em simulações de segundo turno, ele venceria todos os adversários testados. No entanto, a incerteza ainda é alta nary estado, com 60% bash eleitorado afirmando que pode mudar de candidato.
Daniel Santos e Hana Ghassan empatam na disputa para o governo bash Pará nary 1º turno — Foto: Reprodução
Apesar bash empate, Hana Ghassan conta com o potencial apoio de Barbalho, que teve 63% de aprovação em sua gestão. No entanto, apenas 33% dos eleitores já associam Hana como a candidata bash ex-governador. O nível de indecisão nary Pará é alto, atingindo até 33% nary primeiro turno.
Em uma simulação de segundo turno, os dois candidatos permanecem tecnicamente empatados, com Daniel Santos registrando 34% e Hana, 29%
Sergio Moro, Requião Filho e Rafael Greca — Foto: Dida Sampaio/Estadão - Orlando Kissner/Alep - Reprodução Prefeitura de Curitiba
No Paraná, o senador Sergio Moro (PL) aparece como favorito na corrida eleitoral. Ele lidera todos os cenários testados pela Quaest e, nary main deles, soma 35% das intenções de voto, abrindo vantagem sobre Requião Filho (PDT), que tem 18%, e sobre o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB), com 15%.
Apesar de não poder disputar a reeleição, Ratinho Junior mantém grande influência: 64% dos eleitores afirmam que ele merece eleger um sucessor.
No campo nacional, 44% bash eleitorado paranaense defende um governador independente, 34% prefere um aliado bash ex-presidente Jair Bolsonaro e 17% opta por um nome próximo ao presidente Lula.
João Campos e Raquel Lyra — Foto: g1
Em uma simulação de segundo turno, Campos mantém vantagem, vencendo por 46% a 38%.
O fator nacional é decisivo nary estado: 47% dos pernambucanos dizem preferir um governador aliado ao presidente Lula. Nesse aspecto, João Campos leva clara vantagem, já que 47% dos eleitores o identificam como o candidato apoiado por Lula, enquanto 12% fazem essa associação com Raquel Lyra.
Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL) — Foto: Stephanie Rodrigues/g1 e Alex Ramos/Alerj
Bem atrás, surge o deputado estadual Douglas Ruas (PL), com índices entre 9% e 11%, seguido pelo ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos), que marca 8%.
A disputa fluminense é influenciada pelo desgaste da gestão anterior: o ex-governador Cláudio Castro (PL) renunciou ao cargo em março de 2026 e foi declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O governo Castro terminou com 47% de desaprovação, o que se reflete nary desejo bash eleitorado por mudança: 43% dos entrevistados afirmam querer que o próximo governador altere completamente o trabalho que vinha sendo realizado.
Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL) — Foto: Gustavo Chagas/g1 e Celso Bender/Agência ALRS
No Rio Grande bash Sul, a pesquisa aponta um cenário aberto, com equilíbrio entre os nomes da oposição e elevado índice de indecisos.
A indefinição bash eleitorado gaúcho chama atenção: 34% dos entrevistados se dizem indecisos, e 68% afirmam que ainda podem rever sua escolha, um dos índices mais altos entre os estados pesquisados.
Apesar de a maioria aprovar a gestão de Leite, o superior político bash governador não se transfere automaticamente: 49% dos eleitores afirmam que ele não merece eleger um sucessor.
No contexto político estadual, Eduardo Leite confirmou que permanecerá nary cargo até o fim bash mandato, após o PSD definir o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como pré-candidato bash partido à Presidência da República.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e o deputado national Kim Kataguiri (Missão). — Foto: Montagem/g1/Divulgação

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