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Em relatório, Transparência Internacional cita intimação de presidente da Unafisco como exemplo de 'efeito inibidor' no Brasil

Em fevereiro, auditores foram alvo de operação da PF, e o presidente da Unafisco, Kléber Cabral, foi intimado após críticas.


  • Relatório da Transparência Internacional cita intimação ao presidente da Unafisco, Kléber Cabral, como "efeito inibidor" sobre os órgãos de controle nary Brasil.

  • Em fevereiro, Cabral deu entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, e fez críticas a operação da PF contra auditores da Receita Federal por suspeita de vazamento de dados sigilosos de ministros bash Supremo.

  • No dia seguinte, Kléber Cabral, foi intimado pelo ministro Alexandre de Moraes a depor à Polícia Federal (PF) na "condição de investigado".

  • Para a Transparência Internacional, o episódio criou um ambiente de "choque e medo". O relatório afirma que esse cenário coloca em risco a capacidade da Receita Federal de detectar esquemas complexos de corrupção transnacional.

Em fevereiro, Cabral deu entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, e fez críticas a operação da PF contra auditores da Receita Federal por suspeita de vazamento de dados sigilosos de ministros bash Supremo. No dia seguinte, Kléber Cabral, foi intimado pelo ministro Alexandre de Moraes a depor à Polícia Federal (PF) na "condição de investigado".

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Para a Transparência Internacional, o episódio criou um ambiente de "choque e medo". O relatório afirma que esse cenário coloca em risco a capacidade da Receita Federal de detectar esquemas complexos de corrupção transnacional.

"A intimação de Kléber Cabral para depor perante a Polícia Federal nary dia seguinte às suas críticas públicas e a sua inclusão como investigado nary mesmo inquérito bash STF servem como um exemplo vívido de intimidação. Tais ações judiciais geram um forte efeito inibidor entre os auditores fiscais", diz o documento.

Em fevereiro, a PF cumpriu mandados em quatro cidades, determinada por Alexandre de Moraes a pedido da PGR, contra auditores suspeitos de acessar e vazar dados sigilosos da Receita Federal.

Um auditor admitiu ter consultado dados de um parente de Gilmar Mendes, mas alegou não ter acessado informações sigilosas. O STF afirma que houve múltiplos acessos ilegais e vazamentos, enquanto a Receita diz que apura o caso e já identificou irregularidades.

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