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Empresas captam valor recorde para janeiro no mercado de capitais do Brasil

Debêntures atingiram R$ 26,9 bilhões. As 53 operações com esses títulos tiveram queda de 5,8% ante em janeiro de 2025. A maior parte dos recursos captados foi destinada para investimentos em infraestrutura (41,4%) e gestão ordinária (28,2%). O prazo médio dos papéis alcançou 7,3 anos.

Notas comerciais cresceram 329%. Criadas para facilitar o acesso ao mercado de capitais com ofertas menos burocráticas, esses títulos chegaram ao volume recorde para janeiro de R$ 6,4 bilhões, mais do que quadruplicando o valor contabilizado no mesmo mês do ano passado.

Fundos de Investimento em Direitos Creditórios atraíram R$ 7 bilhões. O volume alcançado pelso Fidcs no primeio mês de 2026 é quase o dobro do registrado no mesmo período de 2025.

É interessante notar o desempenho neste início de ano desses instrumentos, notas comerciais e Fidcs, que atendem também empresas de menor porte, evidenciando o leque de opções no mercado de capitais para atender as necessidades de financiamento das companhias de diversas características e portes. Guilherme Maranhão, presidente do Fórum de Estruturação de Mercado de Capitais da Anbima

Bolsa volta a ter ofertas em janeiro. Na renda variável, duas operações de follow-on, quando uma empresas com ações em circulação faz venda de novos papéis, totalizaram R$ 7,9 bilhões. O resultado contrasta com o mesmo período de 2025, quando não foram registradas ofertas no primeiro mês de 2025.

Desempenho reflete um ambiente de expectativas mais favoráveis para o mercado de ações, com atenção à possível trajetória de queda dos juros e à realocação de fluxos globais para economias emergentes, o que tem contribuído para a retomada das emissões no mercado doméstico. Anbima, em nota

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