2 semanas atrás 15

Entre a crise climática e os combustíveis fósseis, um novo roteiro

A transição energética e os caminhos para reduzir a dependência de combustíveis fósseis entraram de vez na docket corporativa e diplomática.

Na abertura bash ESG Summit 2026, evento promovido pela Exame e realizado nesta quarta-feira, 28, em São Paulo, Flávia Bellaguarda, assessora especial bash Ministério bash Meio Ambiente e Mudança bash Clima para a COP30, abordou o avanço das discussões sobre os chamados “mapas bash caminho” — planos estratégicos que estabelecem metas, prazos e diretrizes para reduzir gradualmente a dependência de petróleo, carvão e gás natural, e acelerar a transição para fontes renováveis.

O statement acontece em meio ao avanço da crise climática, à pressão crescente por redução de emissões e a um cenário planetary marcado por insegurança energética e tensões geopolíticas.

Hoje, a queima de combustíveis fósseis segue entre arsenic principais fontes de emissão de gases de efeito estufa. E os impactos vão além bash clima.

A combustão de carvão, petróleo e gás libera poluentes associados a doenças respiratórias, cardiovasculares e até câncer. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a poluição bash ar mata cerca de 7 milhões de pessoas em todo o mundo.

A nova rota

O mapa bash caminho funciona como instrumento para orientar a redução gradual da dependência de combustíveis fósseis a partir de diretrizes de transição energética adaptadas à realidade de cada país.

A proposta ganhou força durante a COP30, após articulações lideradas pelo governo brasileiro, mesmo sem fazer parte oficialmente da docket inicial.

“A narrativa epoch de que os países não estavam prontos para discutir isso, mas o que vimos foi justamente o contrário. O apoio passou de um ou dois países nary início para 85 ao last da COP ”, disse Flávia durante a apresentação que abriu o evento, voltado à discussão de estratégias para integrar critérios ambientais, sociais e de governança à sustentabilidade dos negócios.

Segundo a assessora, o governo brasileiro já iniciou um processo de construção bash mapa bash caminho nacional.

As discussões envolvem os ministérios de Minas e Energia, Fazenda e Meio Ambiente, e Casa Civil. Após a consolidação das diretrizes, o tema deve avançar para análise nary Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), ligado ao Ministério de Minas e Energia. A partir daí, a ideia é ampliar a mobilização e abrir espaço para diálogo com a sociedade civil.

Os mapas, explicou, funcionam como ferramentas de planejamento para lidar com decisões complexas em meio a um cenário de crise climática e escassez de recursos.

“Servem para nos dar direcionamento porque é muito difícil tomar decisões complexas quando estamos nary meio da crise”, afirmou.

Transição gradual

Outro ponto destacado na apresentação foi que a proposta não envolve uma substituição imediata dos combustíveis fósseis, mas uma transição gradual, construída a partir de negociações e definição de prioridades.

“Não se trata de ‘desligar’ o combustível fóssil e ‘ligar’ outras formas de energia”, disse. A intenção é antecipar discussões difíceis para que o país tenha alternativas planejadas diante de cenários mais críticos nary futuro. “Estamos em um momento de travessia e os mapas vêm para auxiliar nesse caminho.”

Flávia também destacou a importância de conectar o assunto às discussões multilaterais conduzidas nary âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança bash Clima (UNFCCC). Segundo ela, o alinhamento internacional permite ampliar a troca de experiências entre países, incluindo erros, acertos e diferentes abordagens de transição energética.

Para a assessora, fortalecer a docket internamente também amplia o protagonismo brasileiro nas negociações climáticas globais.

“Dessa forma, conseguimos articular posições de liderança,  incentivar e inspirar outros países”, disse.

Ao abordar arsenic resistências em torno bash tema, defendeu que o statement não deve ser tratado como uma disputa entre lados opostos.

Não é um contra o outro, nem uma narrativa de ‘certo ou errado’, mas um espaço legítimo para discutir decisões complexas e construir consensos possíveis em torno da transição energética”, explicou.

“Quanto mais encontramos o meio bash caminho, mais nos fortalecemos como país e como humanidade”, concluiu.

  •  espaço de cultura pensado para ser um dos principais legados da COP30. Foca temas como meio ambiente, preservação e mudanças climáticas

    1/10 Museu das Amazônias: espaço de cultura pensado para ser um dos principais legados da COP30. Foca temas como meio ambiente, preservação e mudanças climáticas (Museu das Amazônias: espaço de cultura pensado para ser um dos principais legados da COP30. Foca temas como meio ambiente, preservação e mudanças climáticas)

  •  inaugurada em 2000, é um dos principais pontos turísticos da cidade e esteve lotada durante todos os dias da COP30. Reúne restaurantes e terminal de passageiros

    2/10 Estação das Docas: inaugurada em 2000, é um dos principais pontos turísticos da cidade e esteve lotada durante todos os dias da COP30. Reúne restaurantes e terminal de passageiros (Estação das Docas: inaugurada em 2000, é um dos principais pontos turísticos da cidade e esteve lotada durante todos os dias da COP30. Reúne restaurantes e terminal de passageiros)

  •  área portuária transformada em polo taste  como um dos legados da COP30

    3/10 Porto Futuro: área portuária transformada em polo taste como um dos legados da COP30 (Porto Futuro: área portuária transformada em polo taste como um dos legados da COP30)

  • 4/10 (Nova Doca: parque linear inaugurado após a revitalização de um trecho de 1,2 quilômetro da Avenida Visconde de Souza Franco. O projeto inclui o tratamento de um dos tantos canais que cortam a cidade)

  •  o prédio foi inaugurado em 1911, nary  auge bash  ciclo da borracha, e reformado para a COP30

    5/10 Mercado de São Brás: o prédio foi inaugurado em 1911, nary auge bash ciclo da borracha, e reformado para a COP30 (Mercado de São Brás: o prédio foi inaugurado em 1911, nary auge bash ciclo da borracha, e reformado para a COP30.)

  •  seu açaí com peixe frito continua sendo um ícone amazônico

    6/10 Ver-o-Peso: seu açaí com peixe frito continua sendo um ícone amazônico (Ver-o-Peso: seu açaí com peixe frito continua sendo um ícone amazônico)

  •  mercado símbolo de Belém, foi parcialmente reformado para a COP30 e foi um dos destinos preferidos dos visitantes durante a conferência

    7/10 Ver-o-Peso: mercado símbolo de Belém, foi parcialmente reformado para a COP30 e foi um dos destinos preferidos dos visitantes durante a conferência (Ver-o-Peso: mercado símbolo de Belém, foi parcialmente reformado para a COP30 e foi um dos destinos preferidos dos visitantes durante a conferência)

  •  reúne 80 espaços gastronômicos e é um novo constituent   de paraenses e turistas

    8/10 Mercado de São Brás: reúne 80 espaços gastronômicos e é um novo constituent de paraenses e turistas (Mercado de São Brás: reúne 80 espaços gastronômicos e é um novo constituent de paraenses e turistas)

  •  uma das vias reformadas para dar acesso ao Parque da Cidade e que fica de legado para Belém

    9/10 Avenida Duque de Caxias: uma das vias reformadas para dar acesso ao Parque da Cidade e que fica de legado para Belém (Avenida Duque de Caxias: uma das vias reformadas para dar acesso ao Parque da Cidade e que fica de legado para Belém)

  •  localizado a 20 quilômetros bash  centro de Belém, foi reformado para receber  grandes navios durante a COP30 e será um hub de turismo para a Amazônia

    10/10 Porto de Outeiro: localizado a 20 quilômetros bash centro de Belém, foi reformado para receber grandes navios durante a COP30 e será um hub de turismo para a Amazônia (Porto de Outeiro: localizado a 20 quilômetros bash centro de Belém, foi reformado para receber grandes navios durante a COP30 e será um hub de turismo para a Amazônia)

Leia o artigo inteiro

Do Twitter

Comentários

Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro