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EUA acusam China de pressionar países africanos a bloquear viagem do presidente de Taiwan

Segundo Taiwan, Seychelles, Maurício e Madagascar cancelaram de forma unilateral as permissões para que a aeronave presidencial cruzasse seus espaços aéreos. Por conta das proibições, o líder cancelou a viagem.


  • Os Estados Unidos se disseram preocupados com relatos de que diversos países africanos teriam revogado autorizações de sobrevoo para o presidente de Taiwan, Lai Ching-te, a pedido da China.

  • O Departamento de Estado afirmou, nesta quarta-feira (22), que a situação representa um uso indevido do sistema internacional de aviação civil.

  • Segundo Taiwan, Seychelles, Maurício e Madagascar cancelaram de forma unilateral as permissões para que a aeronave presidencial cruzasse seus espaços aéreos durante uma viagem planejada a Eswatini, um dos poucos aliados diplomáticos da ilha.

  • Por conta das proibições, o líder cancelou a viagem. Pan Meng-an, secretário-geral do gabinete presidencial, afirmou que a decisão foi tomada com base em uma avaliação de segurança conduzida pela equipe de segurança nacional.

Presidente de Taiwan, Lai Ching-te — Foto: REUTERS/Ann Wang

Os Estados Unidos se disseram preocupados com relatos de que diversos países africanos teriam revogado autorizações de sobrevoo para o presidente de Taiwan, Lai Ching-te, a pedido da China.

O Departamento de Estado afirmou, nesta quarta-feira (22), que a situação representa um uso indevido do sistema internacional de aviação civil.

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Segundo Taiwan, Seychelles, Maurício e Madagascar cancelaram de forma unilateral as permissões para que a aeronave presidencial cruzasse seus espaços aéreos durante uma viagem planejada a Eswatini, um dos poucos aliados diplomáticos da ilha.

"Esses países estão agindo a mando da China, interferindo na segurança e na dignidade das viagens rotineiras de autoridades taiwanesas", disse um porta-voz do Departamento de Estado à Reuters.

Por conta das proibições, o líder cancelou a viagem. Pan Meng-an, secretário-geral do gabinete presidencial, afirmou que a decisão foi tomada com base em uma avaliação de segurança conduzida pela equipe de segurança nacional.

A China, que considera Taiwan parte de seu território, intensificou nos últimos anos a pressão militar sobre a ilha de governo autônomo, com o deslocamento de caças e navios de guerra quase todos os dias.

*Com informações da Reuters

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