O arquiteto Edvaldo Mendes Araújo, ex-presidente da Fundação Palmares, foi inocentado de processo a que respondia por suposta improbidade administrativa.
A ação chegou a impedir Zulu Araújo, como é conhecido, de assumir um cargo no Ministério da Cultura no início do mandato da ministra Margareth Menezes.
O processo foi instaurado em 2013, em decorrência da atuação de Araújo na Fundação Palmares, instituição que presidiu de 2007 a 2010.
A sanção veio em setembro de 2015, por improbidade administrativa, com a proibição de nova investidura em cargo público.
Em setembro do ano passado, ele foi inocentado pela Quarta Vara Cível do Distrito Federal em relação a um convênio firmado entre a Fundação Palmares e o Parque Memorial Quilombo dos Palmares, em Serra da Barriga (AL).
"A decisão da Justiça do Distrito Federal é um alívio para quem sempre conduziu sua vida pública com lisura e responsabilidade", disse Araújo.
Ele é militante do Movimento Negro Brasileiro e era a primeira escolha da ministra para a secretaria-executiva. Araújo é mestre em Cultura e Sociedade e doutorando em Relações Internacionais pela Universidade Federal da Bahia.

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