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Fator incerteza tende a pressionar câmbio em ano eleitoral, diz economista

Se a gente olhar o histórico, geralmente a taxa de câmbio sobe em período eleitoral, independentemente de quem está concorrendo, de quem vai ganhar, de quem não vai ganhar. É o fator incerteza que faz com que a taxa de câmbio fique mais pressionada nessa época eleitoral.
Cristiane Quartaroli, economista

O dólar comercial caiu 0,26% e fechou o pregão de terça-feira (24) vendido a R$ 5,11, o menor valor desde o dia 28 de maio de 2024.

Investidores reagiram à entrada em vigor das tarifas de importação dos Estados Unidos —com taxas de 10% e não de 15%—, e à divulgação das contas externas do Brasil pelo Banco Central, que mostraram a redução do déficit do país apoiada na maior entrada de investimentos diretos e no aumento do fluxo para Bolsa e fundos.

Para a economista, o câmbio deve ter uma ligeira alta nos próximos meses, embora o cenário no momento seja favorável.

A expectativa do mercado hoje é que o câmbio volte a subir um pouquinho até o final deste ano. Mas, por enquanto, a gente não está vendo esse movimento. Muito pelo contrário, a gente está vendo aí um comportamento bastante favorável da taxa de câmbio.

Vai contribuir no futuro, tende a contribuir para o cenário da inflação também. Aqui no Brasil, a gente tem muitos produtos importados na nossa cesta dos indicadores de inflação. Então, por enquanto, a gente está em um outro cenário aí um pouquinho mais favorável para a taxa de câmbio.
Cristiane Quartaroli, economista

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