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Fed debate impacto da inteligência artificial na inflação e no emprego

O corte de vagas gerou uma reação atípica sobre a política econômica. Normalmente, demissões levariam a juros mais baixos, mas dirigentes avaliam que taxas de desemprego mais altas podem virar o "novo normal" sem necessariamente baixar a inflação.

Para especialistas, a IA pode pressionar a inflação. Adam Posen, do Instituto Peterson, avalia que o aumento da riqueza de algumas famílias e os investimentos em infraestrutura manterão os preços altos. "Aqueles que veem a IA como uma força que reduz a inflação no curto prazo estão completamente errados", disse Posen.

Divergência sobre os juros

Kevin Warsh, cotado para a presidência do Fed, aposta na queda da inflação. Warsh defende que a IA aumenta a produtividade e a competitividade, o que permitiria ao Fed cortar os juros, repetindo o cenário de crescimento dos anos 1990.

A tese de Warsh enfrenta resistência interna. Dirigentes atuais questionam se a regra histórica de que "novas tecnologias criam mais empregos do que destroem" ainda vale, dado que a IA afeta tarefas administrativas e de codificação.

Estudos indicam impacto em postos de trabalho qualificados. Pesquisas citadas pelo Fed mostram que mais de 30% dos trabalhadores dos EUA poderiam ter metade de suas tarefas afetadas pela tecnologia.

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