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Fim dos designers? Nova IA atiça debate entre ameaça ou aliada da profissão

*O Claude Design é capaz de ler bases de código e gerar sistemas de design completos, com cores, tipografia e componentes próprios da marca, aplicados de forma consistente em múltiplos projetos independentes; também aceita arquivos, imagens e documentos como elementos visuais de referência.

*O usuário refina os resultados por conversa, comentários em elementos específicos ou através de ferramentas de customização nativas, em tempo real - as entregas finais podem ser exportadas em múltiplos formatos, como PDF, PPTX e HTML pronto para ser usado.

*Três dias antes do anúncio, o brasileiro Mike Krieger, fundador do Instagram e atual diretor de produto da Anthropic, deixou o conselho da Figma, líder no mercado de design de interfaces - após o lançamento do Claude Design, as ações da Figma, que já vinham de um longo período de instabilidade e tendência de queda com outras IAs do setor como o Google Stitch, tombaram quase 7% num só dia.

IAgora?

Nas primeiras experiências práticas, o Claude Design realmente impressiona, mesmo em comparação com ferramentas semelhantes, como o citado Google Stitch. Não apenas pela riqueza de recursos disponíveis para instruir o modelo na direção que o usuário almeja, mas pela polidez e sofisticação do resultado final.

Em dois testes, na melhoria visual de uma série de slides e na reformulação de um site pessoal com poucas páginas, o modelo conseguiu entregar produtos bem mais refinados que os materiais que lhe serviram de base. Ele não gerou apenas visuais harmoniosos, com paletas de cores contextualizadas e tipografias elegantes, mas foi capaz de produzir storytelling visual coerente, o que talvez seja uma de suas principais fortalezas.

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