Os ancestrais de Pierre Guillon de Prince, que viviam em Nantes, o maior porto da França para a escravidão transatlântica, eram armadores que transportaram cerca de 4,5 mil africanos escravizados e possuíam plantações no Caribe.
Guillon de Prince disse que outras famílias francesas devem confrontar seus laços históricos com a escravidão e que o Estado deve ir além de gestos simbólicos para lidar com o passado, inclusive por meio de reparações.

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'Quebrar o silêncio' sobre a escravidão
Ele fez o pedido de desculpas em uma reunião em Nantes, antes da inauguração de uma réplica de 18 metros do mastro de um navio, ao lado de Dieudonné Boutrin, um descendente de escravos da ilha caribenha da Martinica.
Os dois trabalham juntos na Coque Nomade-Fraternité, uma associação dedicada a "quebrar o silêncio" sobre a escravidão, e disseram que o mastro servirã como um "farol de humanidade".
Do século XV ao século XIX, pelo menos 12,5 milhões de africanos foram sequestrados e transportados à força, a maioria em navios europeus. Estima-se que a França tenha traficado 1,3 milhão de pessoas.
A iniciativa de Guillon de Prince segue desculpas formais semelhantes — que incluem compromissos para ajudar a reparar os danos causados pelos antepassados — por algumas famílias do Reino Unido e em outros lugares.
Crescem os pedidos de reparação
A França reconheceu a escravidão transatlântica como um crime contra a humanidade em 2001, mas, como a maioria dos países europeus, nunca se desculpou formalmente por seu papel.
Os pedidos de reparação — que vão de desculpas oficiais a compensações financeiras — estão crescendo em todo o mundo, mesmo quando os críticos argumentam que os Estados e as instituições não devem ser responsabilizados por crimes históricos.

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