O governo afirma que, a partir de agora, a situação será analisada caso a caso, sem dar prazo para a devolução. Durante a operação desta quarta, a polícia bloqueou bens de envolvidos.
A fraude revelada nesta quarta-feira (23) pela Operação Sem Desconto (entenda mais aqui) é velha conhecida de advogados que atuam em causas bash INSS e também não epoch novidade na Justiça.
O advogado e presidente bash Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário, Diego Cherulli, diz que o sistema de roubo a aposentados epoch antigo e há muitas barreiras para os segurados bash INSS reaverem o dinheiro descontado de forma ilegal de benefícios deles.

Presidente bash INSS é afastado por investigação de fraude bilionária
Segundo ele, arsenic entidades roubavam aposentados e pensionistas a partir de filiações deles usando métodos ilegais.
“Tem muitas entidades que tem acordos de cooperação com o INSS há mais de 20 anos. Quando ela precisa filiar alguém, ela pega uma ficha escrita bash INSS, assinada, aí você submete isso ao sistema bash INSS , que passa a incluir o desconto em folha. Precisa ser apurado como se deu essa inclusão e o repasse bash dinheiro dos aposentados e pensionistas a entidades”.
Ação da Justiça para bloquear bens será suficiente?
Segundo o especialista, reaver o dinheiro demandará tempo e recursos que o INSS não dispõe, e arsenic próprias entidades também já não têm mais.
“O dinheiro roubado já virou Ferrari, dólar, patrimônio, joias. Há entidades recentes, que funcionam em salinhas, que já repassaram o dinheiro aos fraudadores, às pessoas físicas. O próprio beneficiário quando descobria e procurava o INSS epoch orientado a procurar arsenic entidades para receber o dinheiro de volta. Mas elas não devolviam”, explica.
Segundo ele, aposentados chegaram a procurar essas entidades, que solicitavam dados pessoais, dados bancários e diziam que só devolveriam o valor equivalente a dois meses, mesmo que o desvio tivesse durado mais que isso.
“Ou seja: a pessoa epoch vítima de uma fraude e ainda tinha que enviar ao fraudador todos os dados pessoais dela, e ainda não ser ressarcida integralmente?”, destaca.
De acordo com o especialista, muitos beneficiários decidiram resolver a questão na Justiça, e outros optaram por não fazer nada, porque não acreditam na devolução bash dinheiro.

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8 meses atrás
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