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Gaúcho e 'sortudo': quem é o novo brasileiro bilionário em Nova York

Natural de Fagundes Varela, interior do Rio Grande do Sul, Testa vem de família pobre. "Sou a origem do que chamamos aqui de Brasil de verdade, uma família típica da massa brasileira", revelou ao Conexão CEO em entrevista de 2022. "Meu pai e minha mãe ganhavam salários mínimos, e somos seis irmãos. Uma família que teve bastante dificuldade, e eu, com meus irmãos, aos 8 anos de idade já saímos de casa para trazer algum sustento para ajudar em casa", disse.

Eu tive sorte. Um professor do Senai foi morar ao lado da minha mãe, e ele foi contratado por uma grande indústria. E eu fui selecionado porque ele fez uma prova de lógica no colégio estadual... Eu empatei com outro menino, mas, como ele foi morar do lado da minha mãe, eu cuidei do jardim dele e, por eu ter feito um bom trabalho, foi o critério de desempate para ele me contratar.

Paralelo a esse emprego, comecei a vender roupas. Aos 16 anos, me emancipei e abri meu primeiro negócio formal, de varejo, e deu muito certo, em Caxias do Sul. Tinha duas lojas em shoppings. Vendi esse negócio aos 19 anos e, dos 19 aos 21, fundei um atacado de alimentos, que foi meu grande MBA, um aprendizado enorme.
Marciano Testa, ao Conexão CEO, em 2022

Testa tem mais de duas décadas de experiência no setor bancário. Ele fundou o Agibank em 1999, ainda com o nome de Agiplan, e iniciou a carreira ainda no Rio Grande do Sul vendendo crédito de porta em porta. Ele conseguiu autorização do Banco Central para operar como um banco apenas em 2013.

Testa também é um dos fundadores do Instituto Caldeira, de Porto Alegre. A iniciativa sem fins lucrativos se autodenomina como um "hub de inovação e uma comunidade que busca maior competitividade e fomento do ecossistema da nova economia".

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