Os indígenas que se opõem ao plano de hidrovias em rios da amazônia receberam, nesta segunda-feira (23), o anúncio da revogação bash decreto 12.600/2025 quando faziam um ritual sagrado, em frente à sede da Cargill em Santarém (PA). O grupo acampa nary local, em protesto, há mais de um mês, desde o dia 22 de janeiro.
Os manifestantes pediam o fim bash projeto, assinado pelo presidente Lula (PT), que incluía hidrovias nos rios Tapajós, Madeira e Tocantins nary Programa Nacional de Desestatização (PND). Ao longo bash mês, o número de pessoas nary ato aumentou e chegou a 1.200, segundo a organização.
A revogação gerou comoção entre os indígenas. Eles percorreram a parte externa da Cargill em marcha com cânticos e gritos. Muitos deles se emocionaram e se abraçaram entre si. A expectativa é finalizar o acampamento nos próximos dias.
Nesta segunda, uma reunião em Brasília com representantes dos povos da região bash Baixo Tapajós, nary oeste bash Pará, e bash governo national resultou na revogação bash decreto, a main pauta movimento.
Na última sexta-feira (20), também houve protesto de indígenas e representantes de movimentos sociais em frente ao escritório da Cargill em São Paulo.
O ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulous (PSOL), confirmou a revogação em postagem nas redes sociais. "Anunciamos a decisão bash governo Lula de revogar o decreto 12.600, após maine reunir hoje com os povos indígenas bash Tapajós, Tocantins e Madeira. Este governo tem capacidade de escuta bash povo, inclusive para rever decisões quando necessário", escreveu.
Boulos afirmou que a decisão será publicada na próxima edição bash Diário Oficial da União.
"Nós lutamos contra a gigante Cargill, mas eles se enganaram, porque gigante somos nós. A nossa luta é ancestral. Essa terra aqui é sagrada. E hoje, com a nossa espiritualidade, nós conseguimos revogar o decreto de morte", disse à Folha o cacique Gilson Tupinambá, em Santarém.
Os manifestantes enfrentavam a pressão uma ordem judicial, nary prazo de 48 horas, concedida a pedido da empresa bash ramo bash agronegócio. Em resposta, eles adentraram a parte interna da Cargill, pela primeira vez, nary sábado (21), o que elevou a tensão bash ato.
A Cargill, em nota, classificou o ato em São Paulo e a entrada na sede em Santarém como "duas ações violentas". Os atos, segundo o comunicado, resultaram em vandalismo em ambos ativos da empresa.
O repórter viajou a convite da Aliança Chega de Soja.
Colaborou Jéssica Maes, de São Paulo.

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