A iniciativa, que conta com o apoio do grupo feminista UltraViolet, da Organização Nacional para as Mulheres (NOW, na sigla em inglês), do grupo liberal MoveOn e do grupo de defesa dos pais ParentsTogether Action, visa pressionar Musk depois que o Grok começou a gerar imagens sexualmente explícitas, degradantes ou violentas de mulheres e crianças.
"Estamos implorando veementemente à Apple e ao Google que levem isso extremamente a sério", disse à Reuters Jenna Sherman, diretora de campanha da UltraViolet, antes da divulgação da carta.
"Eles estão viabilizando um sistema no qual milhares, senão dezenas de milhares de pessoas, principalmente mulheres e crianças, estão sendo abusadas sexualmente com a ajuda de suas próprias lojas de aplicativos."
O X não respondeu à mensagem solicitando comentários sobre a carta. Sua empresa controladora, a xAI, que fornece a tecnologia do Grok, respondeu com as palavras: "Mentiras da mídia tradicional". Google e Apple não responderam às repetidas mensagens solicitando comentários sobre o X e o Grok.
O escrutínio continua a aumentar depois que o X foi inundado com imagens hiper-realistas de mulheres e menores de idade com roupas sumárias na virada do ano.
Malásia e Indonésia já proibiram o Grok devido ao conteúdo explícito, enquanto autoridades na Europa e no Reino Unido anunciaram investigações ou exigiram explicações.

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