
Guerra no Oriente Médio provoca alta no preço do petróleo
Mauro Vieira conversou com os ministros da Jordânia, Ayman Safadi; do Kuwait, Jarrah Jaber Al-Ahmad Al-Sabah; e voltou a conversar com o chanceler dos Emirados Árabes Unidos, Abdullah bin Zayed Al Nahyan.
Antes dessas ligações, Vieira falou por telefone com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para atualizá-lo da situação.
Segundo um interlocutor da diplomacia brasileira, há um trabalho do Brasil de buscar a melhor informação e melhor avaliação do cenário da guerra junto aos países parceiros da região.
Relatos brasileiros no Oriente Médio - gif home — Foto: Arte g1
Segundo nota publicada pelo Itamaraty, na conversa com o chanceler da Jordânia, os dois ministros "trataram dos ataques do Irã ao território jordaniano e dos possíveis cenários para o conflito nos próximos dias".
Já sobre a ligação com o chanceler do Kuwait, o Itamaraty informou que trataram "dos impactos da crise e das ações militares para o Kuwait, para a região e para a economia global, e discutiram também a situação da comunidade brasileira naquele país".
Infográfico: Mapa dos ataques no Oriente Médio; Irã, Israel e EUA travam guerra na região — Foto: Editoria de Arte/g1
A conversa de Vieira com o chanceler dos Emirados Árabes Unidos, Abdullah bin Zayed Al Nahyan, foi a segunda após os ataques entre Estados Unidos, Israel e Irã.
Vieira e o ministro do país – também alvo de ataques retaliatórios do Irã – já haviam conversado na segunda-feira. Os dois trataram sobre os desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o fechamento do espaço aéreo na região.
Entre as preocupações do Itamaraty ao país árabe é com a situação de brasileiros que estão nos aeroportos de Dubai e Abu Dhabi, diante das restrições de voos.
Na segunda-feira (2), o assessor especial da Presidência da República, embaixador Celso Amorim, conversou por telefone com o presidente Lula sobre a escalada dos conflitos.
- 🔎A Declaração de Teerã foi uma proposta apresentada em 2010 por Brasil, Turquia e Irã para tentar reduzir a tensão em torno do programa nuclear iraniano. Pelo acordo, o Irã enviaria parte de seu urânio enriquecido para a Turquia, onde o material ficaria sob custódia internacional, em troca de combustível nuclear para um reator de pesquisas médicas. A iniciativa buscava evitar novas sanções e abrir espaço para negociações, mas foi rejeitada pelos Estados Unidos e não avançou.

'Devemos nos preparar para o pior', diz Celso Amorim sobre conflito no Oriente Médio

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