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Há 30 anos, queda de avião encerrou carreira dos Mamonas Assassinas

  • Jorge Luís Martini: Piloto
  • Alberto Yoshiumi Takeda: Copiloto
  • Alexandre Alves, o Dinho: Vocalista
  • Bento Hinoto: Guitarrista
  • Júlio Rasec: Tecladista
  • Samuel Reoli: Baixista
  • Sérgio Reoli: Baterista
  • Sérgio Saturnino: Segurança do grupo
  • Isaac Souto: Roadie

Todo o voo ocorreu sem anormalidades até o momento da descida, de acordo com os registros do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), órgão da FAB (Força Aérea Brasileira).

Por uma série de erros, o avião não conseguiu estabilizar a aproximação final e foi vetorado, ou seja, orientado pelos controladores para se manter no rumo e na altitude corretos. Os investigadores descreveram que a comunicação não ocorria de maneira satisfatória, pois, quando os pilotos eram interpelados pelos controladores de voo (tanto da região de aproximação quanto da torre do aeroporto), o avião demorava a responder, o que poderia indicar dificuldades em compreender a situação em que estavam ou outra distração a bordo.

Em uma das altitudes específicas da descida, encontravam-se a cerca de 592 km/h, quando, naquela posição, a velocidade recomendada é de 462 km/h. Embora não seja algo obrigatório, seria necessário solicitar autorização dos controladores para que isso ocorresse.

Mais próximo ao aeroporto, embora estivessem autorizados a voar a 1,7 km de altitude, desceram até 1,5 km. Nesse momento, foram alertados para manter a altitude autorizada.

A desaceleração da aeronave foi interrompida, e ela passou de 379 km/h para 407 km/h, além de ter ficado a 1,6 km de altitude, quando o correto seria 1,2 km naquele trecho. Somado a isso, ainda estavam deslocados à esquerda do localizador da pista, o que não se justificava, já que o vento era calmo e vinha de frente para a aeronave.

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