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Hackers ligados ao Irã atacam empresa dos EUA em resposta a morte de estudantes

"Não temos nenhuma indicação de ransomware ou malware e acreditamos que o incidente está contido", disse um porta-voz da empresa, sem comentar sobre quem pode estar por trás do ataque.

As ligações para a sede global da empresa em Portage, Michigan, foram atendidas com uma gravação que dizia que a empresa está "atualmente passando por uma emergência no prédio".

As ações da Stryker caíram 3,6% nesta quarta-feira.

Aumentaram os temores de que o Irã, que possui sofisticados recursos de espionagem cibernética, possa retaliar entidades dos EUA ou de Israel depois que os dois países iniciaram ataques aéreos contra ele.

"Esse é exatamente o tipo de ataque que nos preocupa: aliados iranianos usando ataques cibernéticos destrutivos como a exclusão de dados contra empresas americanas para retaliar", disse Cynthia Kaiser, vice-presidente sênior do Centro de Pesquisa de Ransomware da empresa de segurança cibernética Halcyon e uma ex-autoridade digital sênior do FBI.

O Handala, um grupo de hackers ligado ao Irã que reivindicou vários ataques a alvos em Israel e em todo o mundo, disse em uma mensagem publicada em seu canal do Telegram que era responsável pelo ataque, que foi em resposta ao ataque à escola Minab no sul do Irã "e aos ataques cibernéticos em andamento".

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