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Hackers ligados ao Irã reivindicam responsabilidade por ataque a fabricante de dispositivos médicos dos EUA

O Handala, um grupo de hackers ligado ao ​Irã que reivindicou vários ataques a alvos em Israel e em todo o mundo, disse em uma mensagem publicada em seu canal do ‌Telegram que era responsável pelo ataque, que foi em resposta ao ataque à escola Minab no sul do Irã "e aos ataques cibernéticos em andamento".

O grupo não respondeu a um ‌pedido de comentário enviado a uma de ‌suas contas de mensagens.

A escola para meninas em Minab foi atingida no primeiro dia de ataques israelenses e norte-americanos ao Irã, ⁠matando cerca de 150 estudantes, de acordo com o embaixador do Irã na ONU em Genebra, Ali Bahreini. A Reuters não verificou esse número de forma independente.

Um funcionário da Casa Branca disse: "O governo Trump está sempre monitorando proativamente possíveis ameaças cibernéticas e conduzindo uma resposta com nossa infraestrutura crítica ​de classe mundial, agências ​reguladoras e entidades de aplicação da lei".

O FBI e a Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura do Departamento de Segurança Interna não responderam aos pedidos de comentários.

"Eles são o grupo mais notório afiliado ao regime iraniano", disse o chefe de gabinete da Check Point, Gil Messing, em um email.

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