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IA avança rápido e especialistas flutuam entre euforia e desespero

Avanço regulatório garantirá o benefício global da IA. Sem regras definidas, as novidades são encaradas como inovações restritas, sem alcançar toda uma sociedade. Apesar do ponto de alerta, Calmon defende que a regulação não deve barrar o desenvolvimento das novas tecnologias. "Para a inteligência artificial realmente ter impacto positivo, precisamos alinhá-la com o interesse público. Queremos uma IA que funcione bem para todo mundo", orienta.

Futuro do mercado de trabalho motiva preocupação. Rafael Stark, cofundador e CEO do Stark Bank, afirma que tenta implementar as novidades e sofre ceticismo dos desenvolvedores. Ele revela que tinha a mesma percepção, mas notou que os mecanismos entregam resultados de especialistas em diferentes assuntos. "Já é basicamente como programar com um cara muito inteligente. E melhor, porque é algo para quem você pode pedir várias alterações e ele não vai ficar chateado", diz.

Habilidades exclusivas da figura humana perdem espaço. A revolução desenhada indica, na avaliação de Velloso, que os trabalhadores estão cada vez mais substituíveis pela tecnologia. Como consequência, ficará cada vez mais difícil de responder ao que pode ser feito exclusivamente pelo ser humano. "A caixinha de ações que alegam ser apenas o ser humano que faz está ficando cada vez menor, até que ela vai desaparecer", afirma.

Integração da IA com a educação também motiva dilemas. Diante da facilidade de solucionar as lições de casa com um clique, a inteligência artificial é vista como uma ameaça para o aprendizado. "Assim como ninguém fica forte vendo os outros malharem, o mesmo acontece quando você só pega uma resposta do ChatGPT. Não se vai aprender nada", analisa Calmon. "O negócio é como se aplica a IA no seu dia a dia, porque assim, de fato, você vai estar malhando, ficando forte e aprendendo", complementa Fernando Gadotti, cofundador e CEO da Tako, plataforma de inteligência artificial para o RH (Recursos Humanos).

Inovações para o Brasil

Painel mostrou serviços idealizados para auxiliar os brasileiros. "Ninguém pode se dar ao luxo de dizer que não vai se envolver com Inteligência Artificial", afirmou a CEO da Mastertech, Camila Achoti, ao mediar a apresentação de novas ferramentas que utilizam a IA para ajudar na vida da população.

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