IPCA sobe 0,88% em março, puxado por gasolina e alimentos
- O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de março ficou em 0,88%, aceleração de 0,18 ponto percentual em relação a fevereiro (0,70%), segundo o IBGE. Transportes e Alimentação e bebidas concentraram 76% do resultado do mês. Nos transportes, a gasolina subiu 4,59% e foi o item com maior impacto individual: 0,23 p.p. sobre o índice. O diesel avançou 13,90% e as passagens aéreas, 6,08%, com peso menor no índice. Em alimentos, o tomate subiu 20,31% e o leite longa vida, 11,74%, com impactos combinados de 0,12 p.p. Juntos, esses cinco subitens explicam 0,43 p.p. dos 0,88% do mês.
- No acumulado do ano, o IPCA chega a 1,92%. Em 12 meses, a inflação está em 4,14%, acima dos 3,81% registrados nos 12 meses anteriores. Em março de 2024, o índice havia ficado em 0,56%. Segundo o IBGE, em alguns subitens, especialmente nos combustíveis, já se sente o efeito das incertezas no cenário internacional, referência à volatilidade dos preços do petróleo diante das tensões geopolíticas e da guerra tarifária.
EUA divulgam CPI de março com expectativa de maior alta mensal desde 2022
- O Departamento do Trabalho dos EUA divulga hoje, às 9h30 (horário de Brasília), o CPI (Índice de Preços ao Consumidor) de março. A projeção de consenso aponta para alta de 0,9% no mês e de 3,7% em 12 meses, uma disparada ante os 0,3% mensais e 2,4% anuais registrados em fevereiro. O salto seria o maior em variação mensal desde 2022 e reflete, sobretudo, o impacto do choque no mercado de energia.
- O responsável é o petróleo. A escalada militar no Oriente Médio, iniciada em fevereiro, bloqueou o Estreito de Hormuz, corredor por onde passa 20% do petróleo mundial, fazendo o Brent superar US$ 120 por barril em menos de três semanas. O Deutsche Bank projeta que o componente de energia deve subir 10,6% no mês, sendo o principal responsável pela alta no índice cheio. O núcleo do CPI, que exclui alimentos e energia, deve vir com alta de 0,3% no mês, dado que o mercado acompanhará de perto para avaliar se o choque começa a afetar serviços, como tarifas aéreas e fretes.
Veja o fechamento de dólar e Bolsa na quinta (9):
- Dólar: -0,78%, a R$ 5,063
- B3 (Ibovespa): +1,52%, aos 195.129,25 pontos.

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