O período foi marcado pela compra da chamada Nova Varig, em 2007, em meio ao colapso financeiro da Varig original, então a maior companhia aérea do país. A Gol não adquiriu a Varig histórica, mas sim a VRG Linhas Aéreas, empresa criada no processo de recuperação judicial para concentrar os ativos considerados viáveis da antiga companhia, como a marca, parte da frota e, sobretudo, slots em aeroportos estratégicos.
A operação deu à Gol acesso imediato a uma malha internacional estruturada e a posições valiosas em aeroportos congestionados, especialmente em Congonhas, Guarulhos e no Galeão. Ao mesmo tempo, permitiu à empresa acelerar sua expansão sem assumir integralmente o passivo trabalhista e financeiro da Varig original, que permaneceu em liquidação.
A integração, no entanto, foi complexa. A Gol precisou realizar diversos ajustes operacionais e estratégicos antes de a empresa voltar a concentrar sua operação na marca Gol e no modelo de baixo custo.
2011 a 2015: Ajustes e novos competidores
A partir da década de 2010, a Gol passou a enfrentar concorrência mais intensa, especialmente com a ascensão da Azul, que adotou um modelo híbrido e explorou mercados regionais pouco atendidos. O aumento dos custos, em especial combustível e câmbio, pressionou as margens de lucro.
Nesse período, a empresa iniciou um processo de ajustes, revisando rotas, reduzindo capacidade e buscando maior disciplina financeira. Em 2012, Paulo Kakinoff assumiu a presidência, com a missão de estabilizar a operação e preparar a companhia para um novo ciclo.

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