As inundações provocadas por fortes chuvas no sul da Tailândia causaram 9 mortes e forçaram mais de 13.000 pessoas a deixar suas casas, de acordo com um novo balanço divulgado neste sábado (30) pelas autoridades, que enviaram equipes de resgate para a região.
"As inundações em oito províncias do sul da Tailândia afetaram 553.921 residências e causaram nove mortes", divulgou a agência nacional de gestão de desastres em sua página no Facebook.
As autoridades tailandesas já haviam confirmado duas mortes na província de Pattani e outras duas na província de Songkhla, além da primeira morte que foi registrada na região de Narathiwat na quinta-feira (28).
Com tantas pessoas sendo obrigadas a abandonar suas casas, centros de acolhimento temporários foram abertos em escolas e templos.
Dois hospitais na província de Pattani suspenderam suas atividades para preservar as infraestruturas e os equipamentos, informou o governo tailandês em um comunicado publicado em seu site.
O governo anunciou o envio de equipes de resgate para as áreas afetadas e um auxílio de US$ 1,7 milhão (R$ 9,3 milhões) para cada província atingida.
Enchente na Tailândia deixa pessoas desabrigadas. — Foto: Madaree TOHLALA/AFP
Na vizinha Malásia, pelo menos 80.000 pessoas foram abrigadas em refúgios devido também às inundações causadas pelas chuvas, com as autoridades lamentando pelo menos 4 mortes.
A agência meteorológica nacional alertou que "chuvas muito fortes" podem continuar a afetar algumas regiões do sul na semana seguinte.
População da Tailândia tenta mover suas coisas em meio a enchentes no país. — Foto: MOHD RASFAN/AFP
Os episódios de monções ocorrem todos os anos na Tailândia. No entanto, os cientistas afirmam que o aquecimento global aumenta a intensidade das chuvas e pode tornar as inundações destrutivas mais frequentes.
Em 2011, mais de 500 pessoas morreram e milhões de residências foram danificadas por grandes inundações no país.
Desastre na Tailândia; inundações tomam conta do país. — Foto: Madaree TOHLALA / AFP
Enchente na Malásia deixou pelo menos 4 mortos. — Foto: MOHD RASFAN/AFP

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1 ano atrás
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