Segundo fonte da agência de notícias iraniana Fars, o trânsito de navios da China pela rota foi retomado após um entendimento entre os dois países.
O anúncio das Forças Armadas iranianas não dá detalhes sobre a nacionalidade das embarcações que tiveram sua passagem autorizada, mas ocorre em meio à visita oficial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua delegação a Pequim, a capital chinesa.
Navios parados no Estreito de Ormuz, perto de Bandar Abbas, no Irã — Foto: Amirhosein Khorgooi/ISNA/WANA
Após o primeiro encontro entre Trump e Xi, um funcionário da Casa Branca afirmou à agência Reuters que os líderes concordaram que o estreito deveria permanecer aberto e que o Irã jamais deveria obter armas nucleares.
Em entrevista à CNBC nesta quinta, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse acreditar que a China, que é uma aliada próxima do Irã e sua principal compradora de petróleo, "faria o que pudesse" para ajudar a abrir o estreito, o que, segundo ele, era "de grande interesse para eles".
O Irã tem permitido a passagem ocasional de navios pelo estreito, mediante acordos especiais. Nesta quarta-feira (13), já havia deixado passar um petroleiro japonês.
Ataques a navios perto de Ormuz
Nos últimos dias, ataques a navios foram relatados na região do entorno de Ormuz. A Índia, por exemplo, informou que um de seus navios foi atacado na costa de Omã e classificou a situação como "inaceitável".
Nesta quinta, a agência britânica de segurança marítima UKMTO disse que "pessoas não autorizadas" embarcaram em um navio ancorado na costa do porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, e o estavam conduzindo em direção ao Irã.

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🔎 O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, localizado entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, e essencial para o transporte global de petróleo.
Desde o início do conflito em 28 de fevereiro, o controle da passagem se tornou um dos principais pontos de tensão entre Washington e o Irã, no contexto da escalada das hostilidades na região.
Em meio ao conflito, o Irã passou a restringir a circulação de embarcações como forma de pressão contra os Estados Unidos, enquanto Washington respondeu intensificando a fiscalização e bloqueando o trânsito de navios iranianos na área.
Ao mesmo tempo, autoridades iranianas alertaram que navios de países que apoiam as sanções dos Estados Unidos podem enfrentar dificuldades para cruzar o Estreito de Ormuz.

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