O documento, assinado pelo embaixador do Irã na ONU, Amir Saeid Iravani, foi enviado horas depois de Trump usar as redes sociais para pedir que manifestantes iranianos continuassem protestando contra o governo do aiatolá Ali Khamenei.
Questionado por um jornalista sobre o que significaria essa ajuda, Trump disse que analisa uma série de opções para “vencer” e citou como exemplos ações militares realizadas na Venezuela e no próprio Irã.
Na carta à ONU, o governo iraniano rebateu as declarações e afirmou que os Estados Unidos alimentam “fantasias” sobre uma mudança de regime no país.
“Essa declaração imprudente incentiva explicitamente a instabilidade política, incita e convida à violência e ameaça a soberania, a integridade territorial e a segurança nacional da República Islâmica do Irã”, diz o texto.
O Irã também acusou os EUA de violar princípios fundamentais do direito internacional e afirmou que Trump tem adotado um “padrão contínuo e crescente” de desestabilização política.
Sem citar diretamente os protestos em curso, Teerã disse que os EUA conduzem uma campanha de “pressão máxima” que resultou na “disseminação sistemática da insegurança” e na incitação de jovens a confrontar o governo.
Ao final, o governo iraniano pediu que o Conselho de Segurança da ONU condene as declarações de Trump.
Pelo menos 2 mil pessoas já morreram nos protestos, que ganharam força no fim de dezembro. Organizações de direitos humanos também afirmam que mais de 16 mil manifestantes foram detidos.
Foto de arquivo: Nesta foto divulgada por um site oficial do gabinete do líder supremo do Irã, o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, discursa durante uma cerimônia que marca o feriado xiita do Eid al-Ghadir, em Teerã, no Irã, em 25 de junho de 2024. — Foto: Gabinete do Líder Supremo do Irã via AP

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2 meses atrás
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