O acordo vinha sendo costurado havia semanas com a intermediação dos Estados Unidos e da França.
Em pronunciamento televisionado em tom de vitoria, Netanyahu disse que impôs um retrocesso de "décadas" no Hezbollah, que os habitantes do norte de Israel irão voltar para suas casas e que o país vai voltar a atacar caso o grupo extremista não cumpra sua parte no acordo.
Não foram divulgados detalhes do cessar-fogo acordado entre as duas partes.
Entre os pontos discutidos nas negociações estava ainda a possibilidade de o Exército israelense poder realizar ataques na fronteira sul do Líbano caso ocorra algum tipo de ameaça.
Na segunda-feira (25), o site de notícias norte-americano Axios afirmou que autoridades dos EUA que participam da negociação haviam chegado a um entendimento com as duas partes. O embaixador israelense nos Estados Unidos, Michael Herzog, também disse à imprensa local que o acordo poderia sair em breve, mas disse que ainda havia pontos a serem ajustados.
Nesta terça, antes do anúncio do acordo, o Conselho de Segurança israelense se reuniu para definir os pontos do cessar-fogo.
Ordens de evacuação em Beirute
O aviso foi expedido minutos antes do início de uma nova leva de ataques.
As áreas citadas na ordem de evacuação são ainda próximas a universidades, incluindo duas instituições norte-americanas.
Israel ataca região central de Beirute nesta segunda-feira (25) — Foto: Bilal Hussein/AP
Na segunda-feira, um míssil israelense destruiu um prédio num subúrbio da capital libanesa. De acordo com o exército de Israel, o local seria usado pelo grupo extremista Hezbollah.
No sábado, ataques de Israel no Centro da cidade sem aviso prévio mataram pelo menos 15 pessoas. O Ministério da Saúde do Líbano disse que 63 pessoas ficaram feridas nos ataques de sábado, que foram o quarto no Centro de Beirute em menos de uma semana.
Israel tem realizado uma ofensiva no país contra o Hezbollah desde setembro. No domingo, o grupo lançou cerca de 250 foguetes contra Israel, que disse que a maioria foi interceptada.
Os ataques israelenses já mataram mais de 3.500 pessoas no Líbano, de acordo com o Ministério da Saúde do país. Os combates deslocaram cerca de 1,2 milhão de pessoas, ou um quarto da população do Líbano. Do lado israelense, cerca de 90 soldados e quase 50 civis foram mortos em bombardeios no norte de Israel e nos combates.

German (DE)
English (US)
Spanish (ES)
French (FR)
Hindi (IN)
Italian (IT)
Portuguese (BR)
Russian (RU)
1 ano atrás
47
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/i/9/rodnJhQXKEP8pJzpagIw/2026-03-19t004808z-1626700030-rc2b7kaiaybd-rtrmadp-3-baseball-classic-ven.jpg)
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/d/n/xumhwYSWqeWJBiDiAswQ/2026-03-19t162339z-254761337-rc2s7kapnkqv-rtrmadp-3-usa-japan.jpg)
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/l/p/BkJLz0QMWyzow7d8ENTA/globo-canal-4-20260318-2000-frame-19004.jpeg)
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/m/7/ACmPBgQgeNiBuurkSN9w/250619-mapa-estreito-de-ormuz.jpg)

:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/g/UvNZinRh2puy1SCdeg8w/cb1b14f2-970b-4f5c-a175-75a6c34ef729.jpg)



:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_08fbf48bc0524877943fe86e43087e7a/internal_photos/bs/2024/o/u/v2hqAIQhAxupABJOskKg/1-captura-de-tela-2024-07-19-185812-39009722.png)






Comentários
Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro