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Israel diz ter matado comandante da Jihad Islâmica Palestina no Líbano

Segundo as Forças de Israel, Abu Hamza Rami ocupava havia anos um dos principais postos do grupo terrorista e foi responsável por centenas de ataques contra o território israelense no período.

"Abu Hamza Rami realizou centenas de ataques contra soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF) e civis israelenses. Ele também recrutava e treinava militantes e ajudava a conseguir armas" ", publicou o exército de Israel.

"Durante a Operação Northern Arrows, coordenou a movimentação de integrantes da Jihad Islâmica Palestina na fronteira entre Síria e Líbano e as ações deles contra tropas israelenses no sul do Líbano. A morte dele enfraquece de forma significativa a capacidade do grupo de realizar ataques contra Israel" diz o comunicado.

Outros ataques nesta segunda-feira

Israel informou que iniciou uma nova onda de ataques contra Teerã, a capital do Irã, por volta das 18h30 desta segunda-feira (2) em Brasília, madrugada de terça-feira no horário local.

De acordo com comunicado emitido pelo Exército israelense, o alvo dos bombardeios realizados é o complexo da emissora estatal iraniana, IRIB. Mais cedo, um alerta de evacuação para o entorno do local havia sido enviado aos moradores da região.

O ataque foi confirmado pela mídia iraniana, que noticiou que ao menos duas explosões foram ouvidas nas proximidades da sede da emissora.

Além de Teerã, o Exército israelense também ordenou a evacuação de moradores de um subúrbio ao sul de Beirute, a capital do Líbano.

Colunas de fumaça sobem após explosões registradas em Teerã, em 1º de março de 2026. — Foto: Atta Kenare/AFP

Ameaças da Guarda Revolucionária do Irã

"O estreito (de Ormuz) está fechado. Se alguém tentar passar, os heróis da Guarda Revolucionária e da Marinha regular incendiarão esses navios", disse Ebrahim Jabari, um dos principais assessores do comandante.

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Mais cedo, a Guarda Revolucionária iraniana fez um ataque com drones a um petroleiro que passava pelo estreito. Fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters confirmaram o anúncio feito pelos militares e informaram o nome da embarcação atingida: Athen Nova.

Estreito de Ormuz — Foto: Arte/g1

"Não descansaremos até que o inimigo seja derrotado. Não estarão mais a salvo em nenhum lugar do mundo, nem mesmo em seus próprios lares", afirma comunicado.
"Um ataque a um hospital é um ataque à vida, e um ataque a uma escola é um ataque ao futuro de uma nação. Atacar pacientes e crianças é uma clara violação de todos os princípios humanitários e o mundo deve condená-lo. Manifesto minha solidariedade à nação enlutada; a República Islâmica do Irã não se calará nem se renderá diante de tais crimes", escreveu o presidente iraniano.
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