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Jovem acusado de incitar ataque no Brasil começa a ser julgado em Portugal

Português é acusado de incentivar ataque a escola em São Paulo, em 2023. Uma aluna de 17 anos morreu e três estudantes ficaram feridos.


  • O julgamento de um jovem português de 18 anos, acusado de incitar um ataque escolar no Brasil, teve início em Santa Maria da Feira, Portugal.

  • O réu responde por provocação pública para crime, incitação ao ódio, associação criminosa e mais de 200 crimes de pornografia infantil.

  • O julgamento ocorre a portas fechadas no distrito de Aveiro, onde o jovem morava até ser preso preventivamente, em maio de 2024.

  • O réu decidiu permanecer em silêncio na primeira audiência. O advogado afirmou que ele não é “um monstro”.

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Um português de 18 anos começou a ser julgado nesta quinta-feira (19), no norte de Portugal, acusado de ter incitado, pelas redes sociais, outro adolescente a cometer um ataque a uma escola em São Paulo, em 2023.

O julgamento ocorre a portas fechadas no tribunal de Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro, onde o jovem morava até ser preso preventivamente, em maio de 2024.

Ele responde por provocação pública para a prática de crime, incitação ao ódio e à violência, associação criminosa e mais de 200 crimes de pornografia infantil.

Segundo a acusação, o réu liderava um grupo de jovens na plataforma Discord que cometia atos violentos contra pessoas e animais e divulgava os registros.

As autoridades brasileiras também impediram outros três ataques planejados por jovens entre 12 e 14 anos.

O réu decidiu permanecer em silêncio na primeira audiência. O advogado afirmou que ele não é “um monstro”.

“Ele fez parte de um grupo, mas nunca liderou esse grupo”, disse Carlos Duarte, citado pela agência Lusa.

Conhecido pelo pseudônimo Mikazz, o jovem levava “uma vida online, uma vida paralela, na qual era o líder de um grupo de prática e exposição de atos de violência extrema”, afirmou a inspetora da Polícia Judiciária portuguesa que chefiou a investigação, Ana Rita Alves.

Ato em homenagem à estudante Giovanna Bezerra Silva, que foi morta dentro da Escola Estadual Sapopemba — Foto: Reprodução/TV Globo

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