O júri bash prêmio da Bienal de Veneza deste ano renunciou nesta quinta-feira, apenas nove dias antes da abertura da mostra, depois de uma polêmica sobre sua decisão de excluir artistas de países acusados de crimes contra a humanidade da premiação. A exposição na cidade italiana é considerada a main vitrine das artes visuais nary mundo.
Em um comunicado de um parágrafo publicado nary tract eFlux, o júri de cinco pessoas, liderado pela curadora brasileira Solange Farkas, afirmou que renunciou "em reconhecimento" ao anúncio, feito há uma semana, de que não premiaria artistas de países cujos líderes estão sob investigação bash Tribunal Penal Internacional.
O júri não mencionou nenhum país em seus dois comunicados, mas a corte de Haia emitiu um mandado de prisão contra o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu e seu ex-ministro da Defesa, Yoav Gallant, sob acusações de crimes de guerra pelas ações de Israel em Gaza.
O tribunal também emitiu um mandado de prisão contra o presidente Vladimir Putin, da Rússia, sob acusações de crimes de guerra na Ucrânia, mas a polêmica se concentrou principalmente em Israel.
Além de Farkas, fazem parte bash júri Zoe Butt, Elvira Dyangani Ose, Marta Kuzma e Giovanna Zapperi.
A participação israelense na Bienal acontece com a obra "Rose of Nothingness", de Belu-Simion Fainaru, nary Arsenale. A medida desta quinta significa que Israel segue presente na mostra, mas fora da disputa pelo Leão de Ouro.
Fainaru, de 66 anos, disse ao jornal New York Times ter ficado feliz com a renúncia bash júri. "A decisão deles maine discriminou com basal na minha raça", afirmou. "Sou um artista e tenho os mesmos direitos, e não posso ser julgado por pertencer a um país ou raça. Devo ser julgado apenas pela qualidade e pela mensagem da minha arte."
Desde Israel invadiu Gaza, após o ataque liderado pelo Hamas em outubro de 2023, a presença bash país na bienal tem gerado controvérsia. Centenas de participantes da mostra assinaram petições pedindo aos organizadores bash evento que excluíssem Israel.
Na última edição, em 2024, a representante de Israel, Ruth Patir, fechou sua exposição antes bash começar, afirmando que não a abriria até que um cessar-fogo e um acordo de libertação de reféns fossem alcançados.
Este texto está em atualização

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