A nota traz o seguinte texto, aparentemente:
"Eles me investigaram por meses — NÃO ENCONTRARAM NADA!!!
Então o resultado foi uma acusação de 16 anos atrás.
É um privilégio poder escolher o momento de dizer adeus.
O que você quer que eu faça — cair no choro!!
NÃO É LEGAL — NÃO VALE A PENA!!"
Segundo o New York Times, um companheiro de cela de Epstein, Nicholas Tartaglione, encontrou o bilhete em julho de 2019, após o financista ser achado inconsciente na prisão, com um pano enrolado no pescoço.
Na época, ainda de acordo com o jornal, Epstein afirmou que não era suicida e acusou o companheiro de cela de tê-lo atacado. Ele foi transferido e encontrado morto dias depois.
Tartaglione disse que encontrou o bilhete dentro de um livro logo após Epstein ser transferido de cela. O detento é ex-policial e cumpre prisão perpétua por homicídio.
O preso afirmou ainda ter entregue o bilhete ao próprio advogado como precaução, caso Epstein voltasse a acusá-lo de agressão.
O jornal diz que o documento foi lacrado por um juiz federal e integra o processo criminal contra Tartaglione. A reportagem afirma que os investigadores que apuraram a morte de Epstein não tiveram acesso ao material.

Jeffrey Epstein: quem foi, quais crimes cometeu e qual a associação com Trump
Jeffrey Epstein tinha conexões com milionários, artistas e políticos influentes. Entre 2002 e 2005, ele foi acusado de aliciar dezenas de meninas menores de idade para encontros sexuais em suas mansões.
Em 2008, Epstein chegou a firmar um acordo com a Justiça para se declarar culpado. Em 2019, o caso voltou à tona, quando autoridades federais consideraram o acordo inválido e determinaram a prisão do bilionário por tráfico sexual.
O bilionário morreu na cadeia poucos dias depois de ser preso. Segundo as autoridades, ele tirou a própria vida.
A morte de Epstein gerou teorias da conspiração. A imprensa americana relata que houve falhas na segurança da prisão onde o bilionário estava. Recentemente, o governo dos EUA divulgou imagens de câmeras de segurança que mostram a porta da cela no dia em que ele foi encontrado morto.
Nos últimos meses, o Departamento de Justiça divulgou milhares de páginas de investigações sobre os abusos cometidos por Epstein. A medida foi adotada após pressão popular e uma lei aprovada no Congresso.
Jeffrey Epstein — Foto: Reuters

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