O ano é 2026, mas a internet está mergulhada na nostalgia de 2016. Há dez anos, o mercado de tecnologia lançava soluções que deixariam de ser tendências passageiras para se tornar padrões de consumo: novas formas de ouvir música, assistir a filmes e séries, jogar no PC, automatizar tarefas em casa e, com a democratização das Smart TVs 4K, até mudar o jeito de assistir televisão.
Mas afinal, quais produtos estavam em alta? A seguir, o TechTudo relembra cinco lançamentos da época que se tornaram marcos em seus segmentos, trazendo inovação e recursos que continuam relevantes. Confira!
AirPods, Smart TV 4K e Alexa: relembre os aparelhos que bombaram em 2016 — Foto: Arte/TechTudo Os primeiros fones sem fio da Apple chegaram ao mercado em setembro de 2016, junto com os modelos de iPhone 7. Eles logo chamaram a atenção, principalmente por serem uma alternativa totalmente integrada ao ecossistema da Apple e, é claro, pelo design minimalista que se tornou tendência até entre os concorrentes.
Com o chip W1, os fones ofereciam recursos inteligentes, como conexão automática ao abrir o estojo, controle por toques e comandos de voz, além de sensores ópticos e acelerômetros que detectavam quando estavam nos ouvidos do usuário. A popularização dos AirPods também foi impulsionada pela remoção da entrada P2 dos iPhones, o que incentivou os fãs da marca a adotarem rapidamente o novo fone. O modelo, que se tornou uma referência no mercado, atualmente está na versão AirPods Pro 3, lançada em 2025.
Versão Pro do AirPods de 1ª geração. — Foto: Divulgação/Apple Com a proposta de ser uma alternativa mais compacta e versátil à Amazon Echo de 2014, a primeira versão da Amazon Echo Dot chegou ao mercado em março de 2016. Anos depois, o dispositivo se tornaria sinônimo de hub inteligente.
A caixa compacta era consideravelmente menor que a Echo original e, assim como o modelo anterior, permitia aos usuários acessar a assistente Alexa, uma das mais inteligentes e populares do mercado. O modelo se tornou um sucesso comercial e atualmente está em sua sexta geração, tendo ainda inspirado produtos ainda mais compactos, como a Echo Pop e a Echo Spot, que seguem proposta similar, mas com sistema de som mais simples.
Já o Echo Dot foi lançado em 2016 com a mesma proposta do Echo, mas bem mais compacto. Na imagem, estão os Echo Dot de 1ª e 2ª geração, respectivamente. — Foto: Reprodução/YouTube A GTX 1080 foi a primeira GPU da Nvidia desenvolvida na arquitetura Pascal de 16 nm, representando um marco para a empresa, que prometia, com a nova GPU, um ganho de desempenho de até três vezes em relação à GTX 980.
Além de inaugurar a nova arquitetura, a GTX 1080 ajudou a popularizar os módulos GDDR5X e introduziu tecnologias como o VR Ready (suporte a realidade virtual), além de aprimorar o suporte à API DirectX 12, que ainda era relativamente nova em meados de 2016.
Originalmente, a GTX 1080 foi lançada com 8 GB de VRAM GDDR5X, interface de memória de 256 bits e TDP de 180 W. No lançamento, a placa de vídeo foi oferecida por US$ 599 (equivalente a R$ 3.211 na cotação atual, sem considerar impostos).
Performance bruta da Nvidia Geforce GTX 1080 a coloca muito à frente da AMD Radeon RX 480 — Foto: Divulgação/Nvidia A atualização do famoso headset da Razer chegou em 2016 com a promessa de melhorar o conforto, a qualidade de som e trazer um design renovado, fazendo do Razer Kraken V2 uma das soluções mais populares de seu lançamento.
O Kraken V2 contava com drivers de 50 mm, que proporcionavam um som mais limpo e reforço nos graves, aumentando a imersão dos usuários. O arco em alumínio era outra característica marcante do headset, oferecendo leveza e durabilidade.
A conectividade via conector 3,5 mm era fundamental para sua versatilidade, permitindo o uso tanto em computadores quanto em consoles e dispositivos móveis. O sucesso do modelo também foi impulsionado pelo seu uso em competições de esports, tornando-o presença constante em diversas modalidades de esportes eletrônicos.
Razer Kraken 7.1 V2: headset tem preço de R$ 640 e som potente — Foto: Divulgação/Razer 2016 também foi um ano de consolidação para as smart TVs 4K. Os preços dos modelos começaram a cair, enquanto recursos como HDR (High Dynamic Range) se popularizavam, aprimorando cores e contraste para oferecer imagens mais realistas.
Naquele ano, o mercado já contava com sistemas como o webOS 3.0, da LG, além do Tizen, da Samsung, e do Android TV, que mais tarde evoluiu para o Google TV. Enquanto o webOS equipa as TVs da LG e o Tizen é exclusivo da Samsung, o Google TV aparece em modelos de diversas fabricantes, oferecendo uma solução versátil e integrada ao ecossistema do Google.
Philips 65'' 65PUG7019/78 é opção de smart TV — Foto: Divulgação/Philips
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