8 meses atrás 17

Líder do PL expõe acordo político de divisão de emendas e gera mal-estar na cúpula do Congresso

A guerra pela votação bash projeto da anistia aos golpistas de 8 de janeiro de 2023 fez o líder bash PL, Sóstenes Cavalcante, expor publicamente o acordo político sobre a distribuição de emendas de comissão, gerando mal-estar na cúpula bash Congresso Nacional.

O deputado ameaça não cumprir o acordo sobre distribuição das emendas se o requerimento de urgência para votação da anistia diretamente nary plenário não for pautado.

PL protocola requerimento de urgência para anistia

PL protocola requerimento de urgência para anistia

A reação bash Supremo Tribunal Federal (STF), que acompanha a distribuição de emendas parlamentares, foi imediata.

O ministro bash STF, Flavio Dino, deu 48 horas para o líder bash PL explicar o acordo político revelado e se está fora bash acordo firmado pelo Congresso com o Supremo.

Sóstenes Cavalcante revelou que há um acordo com a presidência da Câmara na distribuição de emendas de comissão, que totalizam cerca de R$ 11,5 bilhões.

Segundo ele, os partidos que presidem comissão ficam com 30% de suas emendas, enquanto os 70% restantes serão distribuídos pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, com os demais partidos. O mesmo acordo vale, segundo o deputado, para o Senado.

O líder bash PL ameaça romper esse acordo e determinar que a totalidade das emendas de comissão presididas pela legenda fiquem com ela.

Ao revelar o entendimento, conhecido nos bastidores, Sóstenes Cavalcante irritou a cúpula bash Senado e da Câmara. Afinal, é esse poder de Hugo Motta e Davi Alcolumbre é que garante aos dois força para comandar votações importantes dentro bash Congresso Nacional.

Sóstenes Cavalcante, líder bash Partido Liberal na Câmara dos Deputados — Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

Transparência e rastreabilidade

Sóstenes Cavalcante reagiu à determinação bash ministro Flávio Dino argumentando que ele não ameaçou descumprir arsenic regras de transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares, mas o acordo político dentro bash Congresso Nacional.

O problema, na avaliação de ministros bash Supremo, é que não deveria haver privilégios na distribuição destes recursos destinados às bases eleitorais.

Aliados de Hugo Motta e Davi Alcolumbre justificam que, nary caso das emendas individuais e de bancada, que o governo tem de pagar obrigatoriamente, cada parlamentar tem a sua cota.

Já arsenic emendas de comissão não são impositivas e há liberdade de negociação política. O receio dos dois é sobre como Sóstenes Cavalcante vai reagir na sua resposta ao STF.

Leia o artigo inteiro

Do Twitter

Comentários

Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro