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Lula aprende a conviver com juros altos, e fogo amigo abate ânimo de Haddad

Numa decisão unânime, o Copom elevou a taxa de juros para 11,25% e, felizmente, Lula ficou calado.

A lavada republicana nos Estados Unidos deveu-se a muitos fatores, e um deles foi a carestia. Em 1981 ela ajudou Reagan a derrotar Jimmy Carter.

Lula aprendeu a conviver com juros altos.

Bate-boca


O fogo amigo abateu o ânimo do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Seu pior momento ocorreu durante o bate-boca com Luiz Marinho, o ministro do Trabalho que se insurgiu contra a tunga da multa de 40% sobre o FGTS, paga pelos patrões quando demitem um empregado sem justa causa.

O episódio pode servir de lição para a turma da ekipekonômika. Perdeu validade um truque que vinha dos tempos do tucanato. Com ele, plantavam-se notícias para preparar o terreno, simulando que propostas eram decisões.

Seguiram o velho manual e deram com os burros n'água.

Quando a ekipekonômika falava da tunga sobre a multa do FGTS, associava-a a medidas de combate aos supersalários de hierarcas.

Haddad disse que "não adianta você anunciar uma coisa que não tem aderência". Maneira educada de dizer que não adianta anunciar o que não vai acontecer. O problema é que faltava aderência à promessa do déficit zero.

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