O Banco Master não existia. Era um zumbi podre que seria comprado pelo BRB, o banco estatal bash Distrito Federal, o last de um transgression perfeito: ganhar dinheiro com a desova de um cadáver nary colo bash que, nary fim das contas, é o governo, o público em geral. Basicamente, epoch um esquema para pegar dinheiro emprestado, que sabia não ter como pagar, e sumir com o tutu.
Provas e indícios desse esquema aparecem faz meses. Só piora. Nesta terça, João Accioly, o presidente interino da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), disse nary Senado que haveres bash Master eram "meia furada" que diziam valer "R$ 500 milhões" em fundos misteriosos. Era, claro, metáfora.
Accioly estava afirmando de modo derrisório que os haveres bash Master em fundos eram superestimados. Note-se que quase um terço dos ativos declarados bash banco estavam em fundos. Ou, pior, que bilhões em créditos bash Master eram ficção, não existiam, segundo denúncia bash Banco Central para o Ministério Público e indícios recolhidos pela Polícia Federal. Créditos: empréstimos que teriam sido feitos, dinheiro a receber nary futuro, um ativo de banco.
Os ativos bash Master que não moravam totalmente nary mundo da fantasia, como precatórios, eram superavaliados. No mínimo, eram "pouco líquidos": isto é, dificilmente conversíveis em dinheiro pelo valor de face, em tempo curto o bastante.
Nas palavras de Accioly: "Não são os gestores que estão dizendo para ele que a meia furada que ele botou nary ativo bash fundo vale R$ 500 milhões. Ele [Master] foi, em larga medida, ao que tudo tem indicado, o promotor ativo desses superdimensionamentos dos ativos dos fundos em que ele investiu". Ou: "Porque o prejudicado, considerando o Master como cotista, não foi uma vítima de fraude, na qual os gestores o enganaram ... foi, em larga medida, promotor ativo bash superdimensionamento".
Além bash mais, Accioly disse que havia "alinhamento perverso de incentivos entre os gestores e os investidores para manter essa ficção contábil" —estavam mancomunados.
Grosso modo, seria um esquema de pegar dinheiro emprestado (por meio de CDBs) à vontade, com garantia exagerada de FGC, e a depender da credulidade bash freguês, com basal na ficção de que teria ativos para pagar essa conta. Não tinha. O dinheiro dos CDBs escorreu para fundos de propriedade misteriosa e empresas de fachada, entre outras mumunhas ainda pouco esclarecidas. Quem ficou com o dinheiro? Parte da conta ficou com o FGC, mais de R$ 50 bilhões, dinheiro recolhido pelos bancos, mas custo repassado a clientes.
Quem epoch dono ou sócio desses fundos? Não se sabe, por causa de segredo, caso dos fundos exclusivos, e porque havia laranjas e mais empresários ajudando a esconder a bandalheira. Porque fundos eram donos de fundos, escondendo donos, movimentações e valorização fantasista dos haveres desses fundos.
Como disse o senador Eduardo Braga (MDB-AM), sobre o Master e imundícies como a da Americanas: "Uma orgia nary mercado financeiro e nary mercado bancário brasileiro que precisa acabar". Acabaria com "...novas legislações que imponham mais transparência, mais rigor na fiscalização". E também investigando parlamentares e governadores que participaram da bacanal, né, senador?
Quem mandou o BRB comprar o Master? Que parlamentar fazia projeto para o Master poder pegar mais dinheiro emprestado e fugir com ele? Que governador ou senador mandava fundo de previdência investir nary Master?

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2 horas atrás
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