Os melhores celulares da Motorola custo-benefício de fevereiro mostram como a marca conseguiu evoluir tecnicamente sem abrir mão da variedade no portfólio. Hoje, a fabricante oferece desde opções mais acessíveis, voltadas para tarefas do dia a dia, até modelos intermediários com recursos típicos de categorias superiores, como telas pOLED de alto brilho, certificações avançadas de resistência e câmeras com estabilização óptica. Desse modo, a diferença entre escolher bem e pagar mais do que deveria está nos detalhes da ficha técnica e no que realmente muda na prática. Com isso, o TechTudo listou seis smartphones da marca americana que estão entre os melhores na categoria custo-benefício. Para fazer a seleção, utilizamos os critérios como modelos bem avaliados nos principais benchmark e em promoção em lojas de e-commerce, entre eles Amazon, Mercado Livre e Casas Bahia.
Para facilitar a decisão, reunimos seis modelos lançados entre 2024 e 2025 e organizamos a lista do mais barato ao mais caro. O ponto de partida é o Moto G35 (256 GB), encontrado a partir de R$ 989 na Amazon e no Mercado Livre, que entrega tela Full HD+ de 120 Hz, 5G e NFC na faixa de entrada. No topo está o Edge 50 Neo (256 GB), a partir de R$ 2.429 no Mercado Livre, que se destaca pela câmera com zoom óptico de 3x, carregamento sem fio e a melhor pontuação em fotografia entre os modelos analisados. A seguir, detalhamos os diferenciais de cada aparelho para ajudar você a identificar qual oferece o melhor equilíbrio entre preço e recursos. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de fevereiro de 2026.
Com linha diversificada, a Motorola aposta em equilíbrio entre preço, desempenho e recursos extras — Foto: Reprodução/Motorola Melhores celulares Motorola custo-benefício de fevereiro
- Moto G35 (256 GB) — melhor Motorola barato com 5G e NFC
- Moto G56 (256 GB) — intermediário equilibrado com alta resistência
- Moto G75 (256 GB) — ideal para quem quer mais desempenho e câmera com OIS
- Moto G86 (256 GB) — melhor Moto G com tela pOLED e brilho extremo
- Edge 60 Fusion (256 GB) — opção com tela premium e carregamento ultrarrápido
- Edge 50 Neo (256 GB) — melhor escolha para quem prioriza câmera com zoom óptico
Como escolhemos os melhores celulares?
A seleção considera dois pilares principais: desempenho comprovado em análises técnicas e preço competitivo no varejo online. Priorizamos modelos bem avaliados em benchmarks e em sites especializados de referência, como GSMarena, DXOMark e TechTudo, que analisam critérios como qualidade de tela, desempenho do processador, autonomia de bateria, câmeras e construção. Pontuações em rankings de fotografia e testes práticos ajudam a entender o que realmente muda no uso diário — especialmente em tarefas como redes sociais, streaming, jogos e captura de imagens.
Além da avaliação técnica, levamos em conta o cenário atual de preços. Todos os aparelhos listados aparecem com valores promocionais em grandes lojas de e-commerce, como Amazon, Mercado Livre e Casas Bahia. Isso é essencial para definir o custo-benefício real: um celular pode ter boa ficha técnica, mas só entra na lista se o preço praticado no momento justificar o investimento frente aos concorrentes da própria Motorola.
Também priorizamos modelos lançados entre 2024 e 2025, que ainda mantêm relevância de hardware e suporte de software em 2026. A proposta é indicar aparelhos equilibrados para uso cotidiano — redes sociais, streaming, fotos, navegação e produtividade leve — deixando claro quando determinado modelo pode apresentar limitações em tarefas mais exigentes.
O que um bom celular Motorola custo-benefício deve ter?
Antes de comparar preços e fichas técnicas, o primeiro passo é entender o que você realmente espera do aparelho. Nem todo mundo precisa de alto desempenho para jogos pesados, assim como nem todos priorizam câmera avançada. Para muitos usuários, bateria duradoura e tela confortável para vídeos já resolvem. O custo-benefício começa justamente nessa avaliação pessoal: saber o que é essencial e o que é apenas um extra.
Em termos práticos, alguns requisitos ajudam a filtrar boas opções. Uma tela Full HD+ com taxa de 120 Hz oferece mais nitidez e fluidez na navegação, o que faz diferença ao rolar redes sociais ou alternar entre aplicativos. Bateria acima de 5.000 mAh tende a garantir um dia inteiro longe da tomada, enquanto carregamento rápido reduz o tempo de espera quando a carga acaba.
Desempenho também precisa ser equilibrado. Pelo menos 8 GB de RAM contribuem para uma experiência mais estável em multitarefa, evitando recarregamentos constantes de aplicativos. Processadores fabricados em 6 nm ou 4 nm costumam entregar melhor eficiência energética. Conectividade atual, como 5G e NFC, amplia a utilidade do aparelho no dia a dia e prolonga sua relevância nos próximos anos.
Já recursos como estabilização óptica nas câmeras ou certificações IP contra água e poeira não são obrigatórios para todos, mas agregam valor para quem fotografa com frequência ou quer mais durabilidade. No fim, um bom Motorola custo-benefício é aquele que equilibra esses pontos dentro do seu orçamento e do seu perfil de uso, sem exageros — nem para menos, nem para mais.
Abrindo a lista como o modelo mais acessível da seleção, o Moto G35, lançado em setembro de 2024 tenta elevar o padrão da faixa de entrada com recursos que nem sempre aparecem abaixo dos mil reais. O principal destaque está na tela de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ (2400 x 1080 pixels) e taxa de atualização de 120 Hz. Isso se traduz em imagens mais definidas do que em painéis HD+ tradicionais e uma navegação mais fluida no dia a dia, especialmente em redes sociais e na rolagem de páginas. O brilho de até 1.000 nits também contribui para boa visibilidade em ambientes externos. Como destacou o TechTudo, “a tela é o melhor componente do Moto G35 5G”.
O design reforça essa tentativa de entregar mais do que o básico. A versão verde aposta em acabamento em couro vegano, que melhora a pegada e reduz marcas de dedo, enquanto outras cores utilizam policarbonato texturizado, segundo o GSMarena. A frente sem notch, com câmera de 16 MP em furo central, aproxima a aparência de modelos mais caros. Com 188 gramas e 7,79 mm de espessura, mantém proporções equilibradas para um aparelho com tela grande.
No desempenho, o smartphone utiliza o Unisoc T760, processador octa-core de até 2,2 GHz, acompanhado de 8 GB de RAM (com RAM Boost) e 256 GB de armazenamento interno — espaço confortável para manter muitos aplicativos instalados e gravar vídeos em 4K pela câmera principal de 50 MP. O conjunto traseiro inclui ainda uma lente ultrawide de 8 MP, ampliando o enquadramento em fotos de grupo e paisagens. Na avaliação do DXOMark, o aparelho alcançou 75 pontos em câmera, com desempenho mais consistente em vídeo (84) do que em foto (72), ficando em 5º lugar no ranking Essential (abaixo de US$ 200). O resultado indica que ele cumpre bem o básico, mas não rivaliza com intermediários com sensores maiores ou estabilização óptica.
A aparência do Moto G35 5G chama a atenção pela ausência de entalhe no alto do display, que tem apenas um ponto centralizado para abrigar a câmera de selfies. Este tipo de design não é comum em celulares de entrada ou mais econômicos, por isso a escolha da Motorola surpreende.
— Por Pedro Cardoso, para o TechTudo
A bateria de 5.000 mAh tende a sustentar um dia inteiro de uso moderado, favorecida pelo foco do chip em eficiência energética. O carregamento de 18 W, por outro lado, é mais lento do que o de alguns concorrentes diretos. Lançado no Brasil em outubro de 2024, o Moto G35 aparece atualmente a partir de R$ 989 na Amazon e no Mercado Livre na versão com 256 GB, valor que o coloca como uma alternativa interessante para quem quer 5G, NFC, tela fluida e bastante armazenamento sem ultrapassar a faixa dos mil reais — desde que não priorize alto desempenho em jogos.
- Prós: Tela Full HD+ com 120 Hz e brilho de até 1.000 nits, 256 GB de armazenamento + microSD, boa colocação no ranking Essential do DXOMark, 5G e NFC na faixa de entrada
- Contras: Processador Unisoc T760 tem desempenho inferior a rivais com Snapdragon ou Dimensity, pontuação modesta em fotografia no DXOMark e carregamento limitado a 18 W
2. Moto G56 (256 GB) — a partir R$ 1.287
Passando um pouco da faixa dos R$ 1.000, o Moto G56 eleva o nível da linha ao priorizar resistência e desempenho mais consistente. Lançado em maio de 2025, reúne certificações IP68 e IP69 contra poeira e submersão, além do padrão militar MIL-STD-810H e proteção Gorilla Glass 7i no vidro frontal. Como cita o TechTudo na análise completa sobre o modelo, ele “aposta em ultrarresistência militar, conjunto de câmeras de alta resolução, bateria duradoura e tela de alta frequência”, sinalizando uma proposta mais robusta que a do Moto G35, que abre esta lista.
O Moto G56 apresenta design elegante e sofisticado, com traseira fosca com acabamento em couro vegano, bordas arredondadas e um conjunto de câmeras disposto em base quadrada.
— Por Taís Aparecida, para o TechTudo
A tela de 6,7 polegadas mantém resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, combinação que favorece rolagem suave e boa definição para vídeos e redes sociais. Embora utilize tecnologia IPS LCD — com contraste inferior ao de painéis AMOLED —, o brilho elevado ajuda na visualização em ambientes externos. O áudio também recebe atenção especial: os alto-falantes estéreo com Dolby Atmos ampliam a imersão em streaming e jogos, recurso que não aparece no modelo anterior.
O ganho de desempenho é claro quando comparado diretamente ao G35. O Dimensity 7060, construído em 6 nm e equipado com núcleos Cortex-A78 de até 2,6 GHz, tende a oferecer maior estabilidade em multitarefa e aplicativos mais exigentes do que o Unisoc T760 do modelo mais barato. São 8 GB de RAM com expansão virtual e 256 GB de armazenamento interno, com possibilidade de ampliação via microSD. No campo das câmeras, o sensor principal Sony LYTIA 600 de 50 MP trabalha com tecnologia Quad Pixel e abertura f/1.8 para melhorar a captação de luz, enquanto a ultrawide de 8 MP amplia o enquadramento. A câmera frontal chega a 32 MP. A gravação fica limitada ao Full HD, podendo atingir até 60 fps, mas não há opção em 4K.
A bateria de 5.200 mAh promete autonomia prolongada e acompanha carregador de 30 W, avanço relevante frente aos 18 W do modelo anterior da lista. Com 200 gramas, não está entre os mais leves, embora o acabamento em couro vegano contribua para uma pegada firme. O conjunto de conectividade inclui 5G, Wi-Fi de banda dupla, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação, recurso cada vez mais relevante no uso cotidiano. Atualmente, o Moto G56 (256 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 1.287 no Mercado Livre, posicionando-se como uma alternativa intermediária para quem busca mais robustez, desempenho e recursos completos sem migrar para a linha Edge.
- Prós: certificações IP68, IP69 e MIL-STD-810H para alta resistência, processador Dimensity 7060 mais estável que o Unisoc T760 do G35, alto-falantes estéreo com Dolby Atmos, carregamento de 30 W mais rápido que o do modelo anterior
- Contras: tela utiliza tecnologia IPS LCD em vez de AMOLED, não grava em 4K, peso de 200 g pode incomodar alguns usuários
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O Moto G75 marca um ponto de virada dentro da linha G ao combinar durabilidade reforçada com recursos que normalmente aparecem em categorias superiores. Lançado no Brasil em outubro de 2024, ele foi o primeiro da família a receber certificação militar MIL-STD-810H, além de proteção IP68 contra água e poeira. Numa análise publicada pelo TechTudo, o modelo é destacado justamente por esse avanço estrutural, que amplia a proposta da linha para além do custo-benefício tradicional.
A tela cresce para 6,8 polegadas e mantém 120 Hz, mas aqui o tamanho passa a ser um elemento central da experiência. Quem consome muitos vídeos ou joga no celular sente diferença no espaço extra. O brilho elevado ajuda em ambientes externos, e recursos como Smart Water Touch garantem resposta mesmo com a tela molhada — algo coerente com a proposta de resistência. Ainda é um painel IPS LCD, o que significa contraste mais limitado que em telas AMOLED, mas a fluidez compensa no uso cotidiano.
A evolução mais significativa está na câmera. O sensor Sony LYTIA 600 de 50 MP traz estabilização óptica (OIS), recurso ausente no G56. Isso interfere diretamente na qualidade de fotos noturnas e na estabilidade de vídeos, reduzindo tremores sem depender apenas de processamento digital. O aparelho também grava em 4K a 30 fps, inclusive na câmera frontal — um salto claro em relação aos modelos anteriores da lista. No desempenho, o Snapdragon 6 Gen 3 entrega um equilíbrio interessante entre eficiência e potência, sustentando multitarefa com mais folga do que o Dimensity 7060 do G56 em cenários mais exigentes.
A bateria permanece com 5.000 mAh e carregamento de 30 W, mas o diferencial aqui está na longevidade do software: a Motorola promete até cinco anos de atualizações do Android e seis anos de pacotes de segurança, algo raro na categoria intermediária. Com 182 gramas, mantém peso contido mesmo com a tela maior. O pacote inclui 5G, Wi-Fi 6E e NFC para pagamentos por aproximação. Hoje, o Moto G75 (256 GB) aparece a partir de R$ 1.580 no Mercado Livre, posicionando-se como alternativa para quem prioriza câmera com OIS e suporte prolongado, mesmo pagando um pouco mais dentro da linha G.
- Prós: câmera principal com OIS e gravação em 4K, promessa de cinco anos de atualização de Android, tela grande de 6,8" com 120 Hz, certificação militar com IP6
- Contras: painel IPS LCD em vez de AMOLED, câmera frontal inferior à do G56 em resolução, preço mais alto dentro da própria linha G
Por que confiar nas listas do Qual Comprar?
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Critérios de avaliação
Selecionamos os produtos das nossas listas a partir de critérios como reviews do TechTudo, notas nas lojas e comentários dos usuários.
Ficha técnica
Sempre trazemos uma breve ficha técnica dos produtos com suas especificações. Tudo para ajudar você a decidir qual produto comprar.
Públicos indicados
É importante saber para qual tipo de usuário cada produto é indicado e, sempre que possível, vamos incluir esta informação no texto.
Variedade de itens
Nossas listas trazem produtos diversos para que você consiga compará-los e descobrir qual é a opção mais adequada às suas necessidades.
Se o G75 já elevava o patamar da linha, o Moto G86 dá mais um passo ao incorporar elementos típicos de segmentos superiores. Lançado no Brasil em junho de 2025, ele troca o painel IPS por uma tela pOLED de 6,67 polegadas com resolução mais alta (1220 x 2712 pixels) e brilho que pode chegar a 4.500 nits em pico — um salto expressivo dentro da própria família G. Em análise publicada pelo TechTudo, o modelo é apresentado como sucessor que “aposta em alta resistência, bateria de longa duração e tela de alta qualidade”, reforçando essa guinada mais ambiciosa.
A diferença da tela não é apenas numérica. A tecnologia pOLED entrega contraste mais profundo e cores mais intensas em comparação ao IPS do G75, além de manter os 120 Hz para fluidez na navegação e em jogos. O aparelho também conserva a proposta de durabilidade com IP68, IP69 e certificação MIL-STD-810H, mas com corpo mais compacto e 185 gramas — mais leve que o G56 e apenas um pouco acima do G75. A construção traz Gorilla Glass 7i na frente e acabamento em couro vegano na traseira.
No desempenho, o Dimensity 7300 (4 nm) posiciona o G86 em um patamar competitivo dentro dos intermediários, oferecendo equilíbrio entre potência e eficiência energética. A câmera principal de 50 MP com sensor Sony e OIS mantém a proposta de estabilidade já vista no G75, mas aqui ganha reforço importante em vídeo. Segundo o DXOMark, o modelo alcança 88 pontos no geral, com destaque para 109 pontos em vídeo, superando o desempenho de modelos mais básicos da linha. O aparelho grava em 4K tanto na câmera traseira quanto na frontal de 32 MP, algo que amplia a versatilidade para criadores de conteúdo.
A bateria segue com 5.200 mAh e carregamento de 30 W, enquanto o pacote de conectividade inclui 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC para pagamentos por aproximação. Diferentemente do G75, não há entrada para fone de ouvido P2, o que pode pesar para alguns usuários. Hoje, o Moto G86 (256 GB) aparece a partir de R$ 1.707 na Amazon, no Mercado Livre e nas Casas Bahia, posicionando-se como a alternativa mais avançada da linha G para quem prioriza tela superior e melhor desempenho em vídeo.
- Prós: Tela pOLED com resolução superior e pico de 4.500 nits, bom desempenho em vídeo segundo o DXOMark, gravação em 4K também na câmera frontal, construção com IP68/IP69 e certificação militar
- Contras: Ausência de entrada P2 para fones, preço mais elevado dentro da linha G, pontuação global de câmera ainda distante de modelos premium
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5. Edge 60 Fusion (256 GB) — a partir R$ 1.822
Saindo da família Moto G e entrando na linha Edge, a Motorola deixa claro que a proposta muda de patamar. O Edge 60 Fusion, lançado no Brasil em abril de 2025, marca essa transição ao combinar resistência avançada — com certificações IP68, IP69 e padrão militar MIL-STD-810H — a um acabamento mais refinado e leve, de 178 gramas. Como destaca o TechTudo em sua análise completa, o modelo evolui principalmente em tela, bateria e câmeras, sinalizando uma mudança clara de posicionamento dentro do portfólio da marca.
O painel pOLED de 6,67 polegadas traz resolução 1220 x 2712 pixels — superior à linha G — e densidade de 446 ppi. Segundo o GSMARENA, o display alcança cerca de 1.500 nits em modo de alto brilho (HBM) e pode atingir picos de até 4.500 nits em condições específicas, além de suporte a HDR10+ e taxa de 120 Hz. De acordo com os dados técnicos publicados pelo site, essa combinação coloca o modelo entre os mais luminosos da categoria. A proteção Gorilla Glass 7i complementa o conjunto.
Smartphone intermediário traz avanços em Inteligência Artificial e melhorias significativas na tela, bateria e câmeras
— Por Jorge Lucas Bernardes, para o TechTudo
No desempenho, o Dimensity 7300 (4 nm) substitui o Snapdragon da geração anterior. Em sua análise técnica, o GSMarena observa que o avanço é incremental — com clocks mais altos e leve ganho gráfico — mas não representa uma mudança radical. Isso significa que o desempenho fica próximo ao do Moto G86, que utiliza o mesmo chip. A versão nacional traz 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento UFS 2.2, além de slot microSD. No conjunto fotográfico, a lente principal de 50 MP com OIS e abertura f/1.88 é acompanhada por uma ultrawide de 13 MP com foco automático, ampliando a versatilidade frente aos 8 MP do G86.
A bateria permanece com 5.200 mAh, mas o carregamento sobe para 68 W, avanço relevante frente aos 30 W da linha G. Conforme aponta o GSMarena, o aparelho suporta essa potência via Power Delivery, embora o carregador possa não acompanhar o produto em todos os mercados. O Edge 60 Fusion sai de fábrica com Android 15 e, como informa o TechTudo, tem promessa de três atualizações do sistema. Com 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC para pagamentos por aproximação, o Edge 60 Fusion (256 GB) aparece a partir de R$ 1.822 na Amazon, posicionando-se como alternativa para quem busca tela mais refinada e carregamento mais veloz, mesmo compartilhando o mesmo processador do G86.
- Prós: tela pOLED Super HD com alto brilho, carregamento rápido de 68 W, câmera principal com OIS e ultrawide com foco automático, construção leve com IP68/IP69 e padrão militar
- Contras: utiliza o mesmo Dimensity 7300 do G86 apesar do preço maior, carregador pode não acompanhar a caixa em alguns mercados, ausência de entrada P2 para fones
Todas as ofertas de Motorola Edge 60 Fusion (256 GB)
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6. Edge 50 Neo (256 GB) — a partir R$ 2.429
Embora tenha sido lançado em setembro de 2024, o Edge 50 Neo segue relevante em 2026 por ocupar um nicho pouco explorado: o de intermediário compacto com câmera mais versátil e construção reforçada. Em um mercado dominado por telas acima de 6,7 polegadas, ele entrega formato menor sem abrir mão de recursos avançados. Na análise completa sobre o modelo, o TechTudo destaca o “avançado conjunto de câmeras profissionais” aliado à certificação militar MIL-STD-810H, combinação que ajuda a justificar seu posicionamento acima da linha Moto G.
A tela é um dos principais argumentos do aparelho. O painel LTPO pOLED de 6,4 polegadas traz resolução 1200 x 2670 pixels e densidade elevada (474 ppi), garantindo alto nível de definição. De acordo com o GSMarena, o brilho pode atingir até 3.000 nits em pico, além de manter taxa de atualização de 120 Hz e suporte a HDR10+. A proteção fica por conta do Gorilla Glass 3. O resultado é uma experiência visual mais refinada que a dos modelos Moto G analisados, com contraste superior e cores mais intensas. Somado ao peso de 170 gramas, o conjunto favorece quem busca conforto no uso prolongado.
Com a menor bateria da família, o Edge 50 Neo apresenta capacidade de 4.300 mAh. No entanto, a Motorola destaca o uso de IA para otimizar o consumo de energia conforme a rotina do usuário, o que ajuda a prolongar a duração da bateria no dia a dia.
— Por Jorge Lucas Bernardes, para o TechTudo
O maior diferencial está nas câmeras. O sensor principal de 50 MP (Sony LYTIA 700C) conta com estabilização óptica de imagem (OIS), mas é a presença da teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x — também com OIS — que coloca o Neo em outro patamar dentro desta lista. Nenhum outro modelo aqui oferece zoom óptico real. Há ainda uma ultrawide de 13 MP com foco automático, que também atua como macro. No DXOMark, o Edge 50 Neo registra 115 pontos no score geral, ficando na 12ª posição dentro da categoria High-End (US$ 400 a US$ 600). O subscore de 118 em fotografia confirma boa faixa dinâmica e cores equilibradas, enquanto os 107 pontos em vídeo indicam desempenho consistente nas gravações. A captura chega a 4K tanto nas câmeras traseiras quanto na frontal de 32 MP.
Em desempenho, o aparelho utiliza o Dimensity 7300 (4 nm), o mesmo chip presente no Edge 60 Fusion e no Moto G86. Isso significa que ele não entrega vantagem clara em potência bruta frente a modelos mais baratos da própria lista — a diferença aqui está nas câmeras e nos recursos extras. São 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, sem slot para microSD. A bateria tem 4.310 mAh, menor que a dos demais dispositivos comparados, mas o carregamento rápido de 68 W reduz o tempo na tomada. O modelo também oferece carregamento sem fio de 15 W, recurso ausente nos outros aparelhos analisados, tem conectividade 5G, Wi-Fi 6E e NFC para pagamentos por aproximação. Atualmente, o smartphone aparece a partir de R$ 2.429 no Mercado Livre, sendo o mais caro da seleção e indicado para quem prioriza câmera com zoom óptico real e formato compacto.
- Prós: Lente teleobjetiva com zoom óptico de 3x e OIS; melhor pontuação de câmera da lista no DXOMark (115 pontos); tela LTPO pOLED Super HD com 120 Hz; carregamento rápido de 68 W com suporte a recarga sem fio
- Contras: bateria menor que a dos demais modelos comparados; utiliza o mesmo processador de aparelhos mais baratos; preço mais elevado da lista
Com informações de Amazon, Casas Bahia, Mercado Livre, GSMarena e DXOMARK.
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Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a fevereiro de 2026.

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