O caso surgiu de uma operação secreta conduzida por um ex-promotor e sua equipe em 2023. Os investigadores criaram contas no Facebook e no Instagram se passando por usuários menores de 14 anos. As contas receberam material sexualmente explícito e foram contatadas por adultos em busca de conteúdo semelhante, o que levou à acusação criminal de três indivíduos, segundo o gabinete de Torrez.
O estado também acusa a Meta de projetar suas plataformas para maximizar o engajamento. Recursos como rolagem infinita e vídeos com reprodução automática mantêm as crianças no site, fomentando comportamentos viciantes que podem levar à depressão, ansiedade e automutilação, alega o processo.
Segundo a denúncia, documentos internos da empresa reconheciam os problemas de exploração sexual e danos à saúde mental. No entanto, a empresa não teria implementado medidas básicas de segurança, como verificação de idade, e apresentou informações enganosas sobre a segurança do uso de suas plataformas.
Meta chamou os argumentos de "sensacionalistas e irrelevantes". Em um comunicado divulgado antes do julgamento, um porta-voz da Meta disse que "há mais de uma década, ouvimos os pais, trabalhamos com especialistas e autoridades policiais, e realizamos pesquisas aprofundadas para entender as questões mais importantes".
* Com informações da Reuters

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