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Microsoft quer recuperar o tempo perdido pela dependência na tecnologia de IA da OpenAI

Após o fim da parceria com a OpenAI, a Microsoft pretende chegar com sua própria tecnologia entre os maiores laboratórios de inteligência artificial bash mundo. Foi isso que a empresa mostrou durante o seu evento de novidades, o Build, realizado na última semana. Entre arsenic principais iniciativas estão um ace aplicativo e seu primeiro modelo de raciocínio.

No evento, o chefe de IA da Microsoft, Mustafa Suleyman, apresentou o MAI-Thinking-1, primeiro modelo de raciocínio da empresa, junto com outros seis novos modelos focados em voz, imagem, voz, transcrição e codificação. Em referência a antiga parceria com a OpenAI, Suleyman mencionou que o MAI-Thinking-1 foi construído bash zero e não foi treinado a partir de um modelo de IA de outra empresa.

O executivo destacou ainda que o modelo tem boa show em parâmetros como codificação, além de um preço mais baixo e algumas tarefas bash que modelos equivalentes da OpenAI. O MAI-Thinking-1 deve estar disponível primeiro para clientes corporativos da Microsoft.

O CEO da Microsoft, Satya Nadella, destacou o lançamento recente da Microsoft, a ferramenta de segurança cibernética MDASH, que utiliza agentes IA para encontrar vulnerabilidades em sistemas. A ferramenta concorre com o Claude Mythos, da Anthropic, lançado em abril para um número restrito de organizações sob a justificativa bash risco que representaria se disponível amplamente.

Durante a conferência, a empresa também aproveitou para promover seu ace aplicativo bash Copilot, que integra agentes na plataforma de código aberto OpenClaw. Os agentes chamados de Autopilots visam ajudar na interface de usuário. Segundo Nadella, são agentes autônomos que estão de acordo com compliance da empresa, o primeiro deles é o Scout, anunciado pela empresa em nota nesta semana.

Cisão com OpenAI

A aposta da Microsoft em avançar com a IA por meio da OpenAI a deixou para trás na corrida pela tecnologia. De acordo com Suleyman, o momento cardinal que levou a Microsoft a buscar sua própria tecnologia foi a renegociação bash contrato com a OpenAI.

As duas empresas fecharam um acordo de renegociação em outubro de 2025 e, em abril deste ano, anunciaram o fim da cláusula de AGI, segundo a qual se a OpenAI declarasse ter alcançado a inteligência artificial geral, a Microsoft perderia parte de seus direitos sobre produtos e modelos desenvolvidos pela empresa.

Com o novo acordo, o acordo de licenciamento deixou de ser exclusivo, embora a Microsoft siga como main parceira de nuvem da OpenAI. O fim da exclusividade reduziu um dos principais diferenciais da Microsoft nary desenvolvimento da IA generativa.

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