O ministro do Interior da Coreia do Sul, Lee Sang-min, apresentou o pedido de demissão neste domingo (8), durante uma profunda crise política no país. A instabilidade foi agravada após uma tentativa fracassada do governo de decretar a lei marcial (que restringe direitos civis) na última semana (entenda mais abaixo).
O presidente Yoon Suk Yeol, que escapou do impeachment, acatou a decisão de Lee, que renunciou "em um grave reconhecimento de sua responsabilidade por não servir bem aos cidadãos e ao presidente", afirmou o jornal "JoongAng Ilbo."

Presidente da Coreia do Sul decreta lei marcial; entenda o termo
Na terça-feira (3), Yoon acionou um dispositivo constitucional para implementar a lei marcial, substituindo a legislação normal por leis militares, fechando a Assembleia Nacional e colocando setores como a imprensa sob controle do governo. Horas depois, a medida foi revogada.
A decisão ocorreu em um contexto de baixa aprovação do presidente e de trocas de farpas entre o governo e os deputados.
Yoon havia defendido o decreto como uma maneira de proteger a Coreia do Sul de aliados da Coreia do Norte que estariam infiltrados no país. A lei, no entanto, sofreu uma série de reações negativas e levou milhares de sul-coreanos às ruas.
Pedido de impeachment rejeitado
O presidente sul-coreanosobreviveu a um pedido de impeachment no parlamento liderado pela oposição neste sábado (7), após a maioria dos parlamentares de seu partido boicotar a votação.
No início do pleito, vários deputados aliados a Yoon Suk Yeol deixaram o plenário em protesto, a pedido do partido do presidente.
Enquanto os legisladores debatiam a moção, apresentada pelo principal partido de oposição, o Partido Democrata, apenas um membro do Partido do Poder Popular (PPP) de Yoon permaneceu em seu assento, enquanto outros dois retornaram durante a votação.
Segundo a oposição, ocorreu um boicote, já que o presidente só poderia ser retirado do cargo caso 2/3 do parlamento votassem a favor do impeachment — são 200 de seus 300 membros. Os partidos de oposição que apresentaram a moção de impeachment têm 192 assentos. Eles precisariam de pelo menos oito votos adicionais do Partido do Poder Popular.
A derrota da moção deve intensificar os protestos públicos pedindo a saída de Yoon. Uma pesquisa mostrou que a maioria dos sul-coreanos apoia o impeachment do presidente.

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